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Policial

Polícia Federal prende sete e apreende helicóptero em ação contra organização criminosa

Operação foi realizada em Guaíra e outras cidades do Brasil


calendar_month 11 de junho de 2025
2 min de leitura

A Polícia Federal de Guaíra divulgou, na tarde de terça-feira (10), detalhes da operação deflagrada no início da manhã, em Guaíra e outras cidades de diversos estados.

Conforme a PF, a ação prendeu ao todo sete pessoas, sendo dois mandados de prisões preventivas em Guaíra, um em Maravilha (SC), dois em São Paulo (SP), além de um preso em flagrante por porte ilegal de arma de fogo de uso restrito em Orobó (PE) e um preso em flagrante por lavagem de dinheiro.

Ainda, houve o cumprimento de quatro mandados de busca e apreensão em Guaíra, um em Curitiba, um em Vera Cruz (RS), um em Balneário Camboriú (SC), quatro em São Paulo (SP), um em Mundo Novo (MS), dois em Goiânia (GO) e um em Orobó (PE), com bloqueio judicial e sequestro de diversos bens e empresas dos investigados.

Durante a operação foram apreendidos, até o momento, quatro veículos, uma aeronave (helicóptero), três empresas, um estoque de uma empresa de artigos de luxo, cuja mercadoria foi avaliada em mais de R$ 806.754, uma arma de fogo (carabina calibre 12), sem registro, quantia de R$ 230.476 em espécie e diversos pacotes e maços de cigarros contrabandeados a ser quantificados pela Receita Federal do Brasil.

Operação

Denominada Cromo II, a operação da Polícia Federal desarticulou um esquema criminoso de lavagem de dinheiro oriunda do tráfico de armas, drogas e do contrabando de cigarros na região de fronteira do oeste Paraná. 

Os indícios são de que a organização criminosa investigada utilizava distintas estratégias para dissimular e ocultar a origem do dinheiro, como negócios simulados com imóveis, criação de empresas de fachada e empresas reais com a utilização de recursos ilícitos, veículos, transportes e entretenimento. 

A facilidade para acessar o dinheiro e a rápida colocação no mercado são destaques para a escolha desse meio criminoso, segundo informações policiais.

Ainda conforme a PF, a investigação que culminou na operação de hoje foi embasada por análises financeiras e patrimoniais dos investigados, os quais movimentaram mais de R$ 26 milhões entre créditos e débitos nos últimos anos. Também foram realizadas análises fiscais que permitiram reforçar as conclusões do uso de múltiplas empresas para dispersar e ocultar os ganhos ilícitos da organização.

Com Ponto da Notícia

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