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Policial

Polícia prende acusado de matar jovem no antigo prédio do Fórum de Marechal Rondon

calendar_month 31 de outubro de 2018
2 min de leitura

Depois de cerca de dois meses de investigações, um mandado de prisão com duração de 30 dias foi expedido na terça-feira (30) em desfavor de um homem conhecido pelo apelido de Índio, apontado como suspeito de matar o jovem Gabriel Hagdon Franco, de 19 anos, registrado na noite de 1º de setembro, no antigo prédio do Fórum da comarca de Marechal Cândido Rondon.

Já no início dos trabalhos, a Polícia Civil acreditava que o suspeito estava em Toledo. Após obter mais detalhes, o acusado foi encontrado naquela cidade e preso, sendo que a partir de agora ele será ouvido pelo delegado da Polícia Civil, Diego Valim, com a finalidade de que outras informações em relação ao assassinato sejam conhecidas e o crime seja elucidado.

 

CASO

Em entrevista concedida no mês de setembro ao O Presente, o delegado ressaltou que o setor de investigação levantou diversas informações e inúmeras testemunhas foram ouvidas na delegacia. “A linha de investigação aponta que houve um desentendimento e xingamentos entre seis indivíduos durante a tarde na Praça Willy Barth. Eles brigaram e a vítima foi socorrida e atendida na Unidade de Saúde 24 Horas, levando alguns pontos na testa, sendo que o rapaz foi ao antigo Fórum, onde costumava ficar para dormir”, mencionou à época, informando que o jovem tinha família, mas alternava vivendo na casa dos pais e na rua.

Valim diz que dos cinco indivíduos que entraram em desentendimento com Gabriel no final da tarde, três se dirigiram ao antigo Fórum. “Eles imobilizaram a vítima, o que pode ser confirmado pelo laudo. A hipótese é de que um deles segurou o pescoço e o outro desferiu a facada que vitimou Gabriel fatalmente, até porque haviam resquícios de sangue na altura da pessoa deitada no chão”, revelou.

Segundo o delegado, a vítima já teve passagens na delegacia, mas nada grave. “Foi apurado que ela costumeiramente andava junto com esse pessoal, portanto se conheciam e ingeriam bebida alcoólica no centro da cidade. Os pais do Gabriel foram ouvidos, e recebemos a informação de que eventualmente ele saía de casa e se juntava com esse pessoal para ingerir bebida”, salientou Valim.

 

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