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Policial militar é preso suspeito de sequestro relâmpago na região Oeste

Ele foi solto após pagar R$ 3 mil de fiança. Vítima foi resgatada sem ferimentos


calendar_month 21 de abril de 2026
2 min de leitura

Um policial militar foi preso em flagrante suspeito de participar de um sequestro relâmpago em Cascavel, no Oeste do Paraná. Ele foi liberado após pagar fiança de R$ 3 mil. Outros dois suspeitos, um empresário e um advogado, também foram detidos.

A vítima é um homem de 33 anos, que foi abordado, colocado à força em um carro e liberado pouco tempo depois, nas proximidades da própria casa. Ele não teve ferimentos.

A identidade dos envolvidos não foi oficialmente divulgada.

Segundo a Polícia Militar, uma testemunha acionou o 190 após presenciar a ação e repassou as características do veículo. Com as informações, as equipes localizaram os três suspeitos e realizaram as prisões em flagrante.

Policial Militar é preso acusado de sequestro relâmpago — Foto: Polícia Civil do Paraná

Policial Militar é preso acusado de sequestro relâmpago — Foto: Polícia Civil do Paraná

Em boletim de ocorrência, a vítima relatou que foi ameaçada com uma arma durante a abordagem e forçada a entrar no veículo. A motivação do crime, segundo o relato da vítima, estaria ligada a um desacordo envolvendo uma carga de produtos oriundos do Paraguai, avaliada em cerca de R$ 400 mil. A vítima afirmou que estava sendo acusada de extraviar a mercadoria, que pertencia a terceiros, e que o proprietário da carga teria contratado o policial militar para fazer a cobrança.

Na delegacia, conforme o registro policial, o PM confirmou que participou da abordagem, mas negou ameaças ou agressões. Ele afirmou que a versão é compatível com o relato da vítima.

O policial estava na ativa e portava uma arma de fogo particular, devidamente registrada, além de munições e um espargidor. Os itens foram apreendidos. O veículo utilizado na ação também passou por diligências.

Em nota, o comando da Polícia Militar informou que abriu um procedimento administrativo para apurar a conduta do agente, que é lotado em um batalhão de Toledo.

A Polícia Civil investiga o caso, mas disse que não vai se manifestar neste momento. Até a última atualização, não havia confirmação se o empresário e o advogado seguem presos.

Com Catve.com

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