Um possível atentado no Colégio Estadual João Manoel Mondrone mobilizou várias equipes da Polícia Militar, na noite de quarta-feira (24), em Medianeira.
A direção acionou a Polícia Militar, depois de uma suposta mensagem enviada via aplicativo informar sobre um possível atentado na unidade de ensino.
A apreensão gerada com a suposta mensagem fez com que a direção do colégio decidisse por encerrar as aulas mais cedo.
Para garantir a segurança de alunos e funcionários, a direção optou por encerrar mais cedo as atividades, e solicitou que as equipes da Polícia Militar fizessem buscas e patrulhamento no interior e entorno do colégio.
A Polícia Militar não encontrou nada que pudesse caracterizar um possível atentado. O caso será investigado pela Polícia Civil.
Atentado
Pouco mais de sete meses do atentado no Colégio Mondrone, quando dois adolescentes invadiram a unidade escolar armados com garrucha, em setembro de 2018, o medo ainda ecoa pelos corredores da escola.
As imagens de monitoramento na época flagraram toda a movimentação dos autores caminhando tranquilamente pelos corredores do colégio. Instantes depois, as câmeras registraram a correria e o desespero de estudantes, que fugiam do ataque.
Em outro momento, é possível ver as bombas caseiras atiradas pelos autores do atentado, na tentativa de conter os policiais militares. Na sequência, as imagens mostram a chegada da equipe policial, que conseguiu deter os dois jovens.
Na ocasião, dois estudantes foram baleados. Um menino de 15 anos ficou ferido e ficou internado por um longo período já que teve uma bala alojada na coluna. Conforme a Polícia Civil, um dos autores era vítima de bullying, o que teria motivado o ataque.
Os dois jovens responsáveis pelo ataque foram encaminhados ao Centro de Socioeducação de Foz do Iguaçu.
Com Catve.com e sites