O Presente
Policial

Prestes a completar um ano, morte de ex-rondonense Fábio Royer tem nova linha de investigação

calendar_month 3 de julho de 2019
3 min de leitura

 

Prestes a completar um ano, o caso envolvendo a violenta morte do ex-rondonense Fábio Royer permanece envolta em mistérios. Fábio é filho de Romeu Royer, pessoa muito conhecida em Marechal Cândido Rondon e na região Oeste.

Embora informações extraoficiais deem conta de que o caso teria sido arquivado, a linha de investigação seguida pela Polícia Civil procura responder o que teria acontecido com Fábio Royer: latrocínio (roubo seguido de morte), crime passional ou execução?

Segundo a polícia, a vítima estava inscrita em site de relacionamentos, o que gera incertezas quanto a problemas no casamento e suposto envolvimento com outra mulher.

O corpo dele e o carro, um Renault/Kwid, foram encontrados carbonizados em uma matagal no interior do município de Colombo, e a aliança estava no chão e intacta. “Pode significar uma tentativa de roubo, onde quem sabe o criminoso jogou a aliança fora porque o nome da esposa estava grafado e poderia facilitar a identificação. A carteira de Fábio também foi achada em um rio em Colombo com os documentos”, declarou o delegado Osmar Feijó, que respondia pela condução dos trabalhos, em entrevista à Tribuna da Massa veiculada no dia 22 de maio. Segundo ele, na região onde foi localizado o automóvel da vítima “costumeiramente são abandonados veículos, então não se pode descartar a possibilidade de roubo”, salientou.

A reportagem de O Presente entrou em contato com a Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa da Polícia Civil em Curitiba, tendo sido informada que atualmente o caso é investigado pelo delegado Thiago Nóbrega. De acordo com o cartório da delegacia, os trabalhos em relação à ocorrência permanecem sob sigilo.

 

ATUAÇÃO
No dia 30 de outubro do ano passado, a Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa da Polícia Civil destacou que as diligências eram realizadas pela equipe policial visando à obtenção de elementos que levem a evidências e provas.

No entanto, o delegado Feijós, declarou à época: “Não podemos fornecer nenhuma informação porque na fase inicial foram veiculadas reportagens fora de contexto e que atrapalharam o rumo das investigações”.

Conforme ele comentou, a atuação permanece, contudo “apenas não divulgamos quais e nada em relação a suspeitos e prazos”. “As investigações permanecem sob sigilo, sendo que informações serão liberadas assim que obtivermos dados mais precisos”, ressaltou Feijó, enaltecendo não haver previsão para a elucidação do homicídio do rondonense.

 

CASO
O corpo do gerente financeiro Fábio foi encontrado carbonizado dentro de seu carro na tarde de 18 de julho do ano passado. A Secretaria de Segurança Pública do Paraná (Sesp) confirmou que o corpo carbonizado, encontrado dentro do veículo Renault/Kwid, era de Fábio. A confirmação foi possível através da arcada dentária.

O sepultamento aconteceu em 21 de julho, no Cemitério Parque Senhor do Bonfim, em São José dos Pinhais.

O gerente estava desaparecido desde o dia 16, quando saiu de casa para ir à farmácia comprar uma bomba de asma para o filho. Ele morava no Bairro Bacacheri, em Curitiba. A polícia localizou um carro com as mesmas características do usado por Fábio em um matagal na Rua José Strapasson, no Bairro Guaraituba, em Colombo, sendo que o corpo estava no banco de trás do veículo.

 

O Presente

 
Compartilhe esta notícia:

Este website utiliza cookies para fornecer a melhor experiência aos seus visitantes. Ao continuar, você concorda com o uso dessas informações para exibição de anúncios personalizados conforme os seus interesses.
Este website utiliza cookies para fornecer a melhor experiência aos seus visitantes. Ao continuar, você concorda com o uso dessas informações para exibição de anúncios personalizados conforme os seus interesses.