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Policial

Rapaz diz que matou porque tinha sido agredido

Carlos Anderson Fulber, 28 anos, morador na Rua Francisco Alves, no Loteamento Augusto, em Marechal C acirc;ndido Rondon, confessou ser o autor da morte de Nelson da Silva Pimentel, 24 anos. Nelson foi morto na porta de sua casa, na Rua Tr ecirc;s Passos, no Jardim S atilde;o Francisco, por volta das 20h30 de segunda-feira (1 ordm;). Carlos foi preso na mesma noite pela Pol iacute;cia Militar (PM).
Em resumo, Carlos disse que h aacute; cerca de sete meses foi agredido por Nelson e outros indiv iacute;duos. Mesmo assim, Carlos revelou que comprava pedras de crack com Nelson.
Na noite de segunda-feira, portando uma pistola 9mm, Carlos disse que foi at eacute; a casa de Nelson e pediu a ele uma pedra de R$ 30. O acusado contou que n atilde;o pagou a pedra e sacou a pistola que tinha na cintura, efetuando tiros em Nelson. O alvo tentou correr, mas n atilde;o conseguiu. Ele caiu e Nelson continuou atirando.

Fuga
Carlos conta que ap oacute;s os tiros fugiu por uma planta ccedil; atilde;o de soja at eacute; chegar ao Jardim Para iacute;so. L aacute;, ele diz que avistou Jos eacute; In aacute;cio Krochinski, 46 anos, o qual identifica como Juca. Jos eacute; estava com o Logus, placas JLH-7637. Nelson teria abordado Jos eacute; e pedido uma corrida at eacute; o Loteamento Augusto. O pre ccedil;o foi acertado em R$ 10. Carlos diz que escondeu no Logus a pistola, a qual adquiriu de um paraguaio em Pato Bragado, por R$ 1,2 mil, no uacute;ltimo dia 23, sem que Jos eacute; percebesse. Ele ainda relatou que Jos eacute; n atilde;o sabia do homic iacute;dio.

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Pris atilde;o
A Pol iacute;cia Militar revelou que ap oacute;s o homic iacute;dio recebeu a informa ccedil; atilde;o de que um ve iacute;culo escuro saiu do Jardim Para iacute;so em alta velocidade. O carro foi abordado na Rua Ouro Verde, no Jardim Higien oacute;polis. Nele foram encontrados Jos eacute; (condutor) e Carlos. Com Carlos os policiais encontraram uma pedra de crack e R$ 10. Embaixo do banco do passageiro foi encontrada a pistola, que estava com quatro cartuchos intactos. Jos eacute; foi submetido ao teste do etil ocirc;metro, que comprovou que ele estava com quantidade de aacute;lcool al eacute;m do limite permitido para dirigir. Logo, Carlos confessou que havia praticado o homic iacute;dio.
Ainda na noite de segunda-feira os policiais receberam uma den uacute;ncia de que na casa de Jos eacute;, na Rua Pato Branco, haviam v aacute;rias armas. Uma vistoria foi feita no local, mas nada foi encontrado.
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Jos eacute;
Jos eacute; alegou que havia sa iacute;do de um bar no Jardim Para iacute;so quando foi abordado por Carlos, que at eacute; ent atilde;o ele n atilde;o conhecia. Carlos teria pedido a corrida para ele e logo ap oacute;s os dois foram abordados pelos policiais. Jos eacute; disse que n atilde;o sabia da presen ccedil;a da arma no carro e de que Carlos teria cometido um homic iacute;dio.

Suspeita
Jos eacute; foi indiciado como co-autor do homic iacute;dio e embriaguez ao volante e Carlos por homic iacute;dio. A pol iacute;cia, por eacute;m, deve ouvir mais pessoas antes de concluir o inqu eacute;rito, podendo mudar sua opini atilde;o antes de encaminhar o procedimento para o Minist eacute;rio P uacute;blico.
Na opini atilde;o do delegado Ary Nunes Pereira, Carlos agiu a mando de algu eacute;m. Ele acredita numa disputa por territ oacute;rio de tr aacute;fico de drogas.
Esse foi o quinto homic iacute;dio do ano em Marechal Rondon.

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