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Rondonense perde R$ 21 mil no golpe do bilhete premiado

Delegado Ary Nunes Pereira: Quando alguém lhe oferecer dinheiro fácil caia fora, porque tem golpe. Foto: O Presente

Um golpe antigo, muito alertado pela pol iacute;cia, acabou dando novamente certo, ontem (1 ordm;), em Marechal C acirc;ndido Rondon. A esperan ccedil;a de conseguir dinheiro f aacute;cil se tornou um preju iacute;zo de R$ 21 mil para uma idosa de 71 anos, moradora no centro da cidade, que caiu no golpe do bilhete premiado. Ela registrou o caso na Delegacia de Pol iacute;cia Civil da cidade.
A pol iacute;cia, informou o delegado Ary Nunes Pereira, tenta, atrav eacute;s de imagens do circuito interno das c acirc;meras das ag ecirc;ncias em que a idosa sacou o dinheiro, al eacute;m de informa ccedil; otilde;es de populares, identificar as golpistas. ldquo;N atilde;o comprem bilhete premiado, isso n atilde;o existe. As pessoas insistem em comprar, parece at eacute; que n atilde;o leem jornal, n atilde;o escutam r aacute;dio, e da iacute; caem nesses golpes. Voc ecirc; acha que uma pessoa que tem um bilhete premiado vai vend ecirc;-lo? rdquo;, questionou o policial. ldquo;N atilde;o existe dinheiro f aacute;cil. Estou com algumas d eacute;cadas nas costas e at eacute; agora n atilde;o vi dinheiro f aacute;cil. Ent atilde;o, quando algu eacute;m lhe oferecer dinheiro f aacute;cil caia fora, porque tem golpe rdquo;, aconselha.

O golpe
O ldquo;teatro rdquo; contou com a participa ccedil; atilde;o de duas mulheres. Uma delas, que abordou a v iacute;tima por volta das 10 horas nas proximidades da Farm aacute;cia B aacute;sica, estava de blusa estampada, cal ccedil;a e sapatos (tipo Moleca) pretos e tinha cabelos curtos preto, se disse analfabeta e aparentava ser ldquo;simples rdquo;. A ldquo;analfabeta rdquo; disse agrave; idosa que tinha um bilhete premiado de R$ 1,1 milh atilde;o e n atilde;o sabia como fazer para sacar o pr ecirc;mio. A golpista disse que daria R$ 50 mil para a idosa lhe ajudar a sacar o pr ecirc;mio. Por eacute;m, a ldquo;analfabeta rdquo; pediu uma garantia, em dinheiro, da idosa, para que esta adquirisse confian ccedil;a.
Em seguida, surge a segunda ldquo;atriz rdquo; do golpe, uma mo ccedil;a loira, jovem, bem vestida, que estava com um ve iacute;culo prata. A loira tamb eacute;m mostrou interesse em ldquo;ajudar rdquo; a ldquo;analfabeta rdquo;. Ela daria d oacute;lares que tinha em casa para ganhar a confian ccedil;a da ldquo;analfabeta rdquo;. A idosa ent atilde;o foi at eacute; a ag ecirc;ncia do Ita uacute; e sacou R$ 11 mil. Outros R$ 10 mil foram sacados por ela na Caixa. O dinheiro foi entregue agrave; mo ccedil;a loira. O ve iacute;culo prata ficou estacionado em frente ao Hospital de Olhos, na Rua Santa Catarina. Assim que as golpistas pegaram o dinheiro, a ldquo;analfabeta rdquo; pediu para que a idosa fosse at eacute; uma pastelaria comprar um lanche para ela, enquanto a loira ia buscar uma bolsa.
Quando a v iacute;tima retornou n atilde;o encontrou mais a loira, a ldquo;analfabeta rdquo;, o carro e muito menos seus R$ 21 mil. nbsp; nbsp;

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