Ao tomar conhecimento pela reportagem de O Presente, nesta semana, sobre o esvaziamento do Podemos em Marechal Cândido Rondon, partido do qual é líder no Senado, Alvaro Dias declarou que vê de forma positiva a saída de pessoas que não se sentem engajadas em combater a corrupção, uma das principais marcas da legenda.
O presidente do Podemos rondonense, Saul Falkembach, afirmou no começo da semana ao O Presente que ele e outras lideranças deixariam o partido, esvaziando em cerca de 90% a sigla no município, onde foi criada há aproximadamente dois anos. O motivo seria uma retaliação às declarações favoráveis do senador paranaense à abertura da CPI da Covid, instaurada para investigar ações do governo do presidente Jair Bolsonaro no combate à pandemia, bem como de governadores e prefeitos. “Chega, não ficamos com cidadão que não apoia Bolsonaro”, declarou Saul.
“Acho ótimo (a saída). Nosso partido é instrumento de combate à corrupção. E a corrupção com dinheiro da Saúde é crime hediondo. Lamentável que contribuintes que pagam impostos aceitem passivamente o roubo. Que país é esse?”, enalteceu o senador.
O Presente
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