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Política Ferramenta contra a desinformação

Combate às notícias falsas nas redes sociais é um desafio para eleições em 2022

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(Foto: Arquivo/Divulgação)

As redes sociais e aplicativos de mensagens são as principais ferramentas utilizadas pelos candidatos durante as eleições no país. O combate às notícias falsas disseminadas na internet é um dos maiores desafios da justiça eleitoral para o ano que vem.

Um projeto de lei que tramita no Congresso Nacional tenta obrigar que as empresas detentoras com mais de dois milhões de usuários tenham representantes legais no Brasil.

Enquanto isso, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) criou um programa que enfrenta a desinformação. O Instagram, Facebook, WhatsApp e Twitter já apresentam links que direcionam o usuário para informações confiáveis sobre as eleições.

O diretor do movimento de combate à corrupção eleitoral Luciano Santos destacou que “as plataformas entenderam a importância e a responsabilidade, e elas serão cobradas por isso”.

Até o momento, a instância jurídica não conseguiu contato com o Telegram, que não tem representante legal no país. Para barrar informações falsas na plataforma, a justiça firma parcerias com organizações da sociedade civil que fazem monitoramento de mensagens.

“O grande perigo que o telegram representa hoje são os grandes grupos. Diferente do WhatsApp que tem um limite de 1000, o Telegram não tem esse limite”, explicou o professor de cibersegurança da FIAP Gustavo Torrente.

Para o professor de marketing político da ESPM Marcelo Vitorino, outro ponto importante é punir quem dissemina fake news e quem se beneficia disso. “Mesmo se tivermos um avanço na legislação e conversamos com as plataformas, se o juiz só olhar a denúncia daqui dois anos, é uma guerra perdida”.

 

Com Tv Cultura

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