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Política

“Não tenho mais pretensões políticas”, afirma Arlen Güttges

calendar_month 31 de março de 2018
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O Presente

Com três passagens pelo Poder Executivo de Marechal Cândido Rondon, nas atribuições de secretário municipal de Coordenação e Planejamento na gestão do ex-prefeito Edson Wasem (2005-2008) e de secretário de Indústria, Comércio e Turismo (2011-2012) e de Segurança e Trânsito (2015-2016) no mandato do ex-prefeito Moacir Froehlich, além de vereador pelo PDT, o empresário Arlen Güttges assegura não ter mais pretensões políticas.
Ao O Presente, o arquiteto garantiu possuir outras prioridades. No entanto, destacou que não se omitirá caso venha a ser convocado a assumir uma cadeira na Câmara de Vereadores na condição de 1º suplente. “Não tenho mais pretensões políticas. Hoje o foco está no meu escritório, mas é lógico que eu preciso honrar os 643 votos que recebi na última eleição. Tenho este compromisso. Se alguém renunciar e eu for chamado a assumir uma cadeira, vou fazer para honrar cada voto”, enfatizou.
Apesar de não alimentar pretensões políticas futuras, Güttges não descarta ocupar um cargo público. “Sobre ocupar um cargo no Executivo eu compreendo se tratar de uma consequência da contribuição que a gente dá para o município. Sempre defendi que quando chamado se deve atender e corresponder, porque não adianta apenas ficar criticando”, enaltece. O pedetista emenda ser “preciso fazer a sua parte. Talvez o único secretário que trabalhou em grupos diferentes e talvez aceitaria de novo, porém não na área política e sim na técnica”.

Comissão Provisória
Filiado ao PDT, agremiação pela qual deve ser confirmado presidente da comissão provisória em breve, tendo o empresário e ex-candidato a prefeito Elemar Lamberti como vice, Güttges comenta que os documentos foram encaminhados à Executiva Estadual. “Existe o compromisso de que seja mantida a mesma direção da comissão, tanto que pediram apenas a renovação, cujo registro seria encaminhado nesta semana ao TRE (Tribunal Regional Eleitoral). Algumas pessoas se desfiliaram após as eleições, mas no geral o contexto partidário continua o mesmo”, salienta.
Prova disso, segundo ele, é de que a sigla está sendo fortalecida em Marechal Rondon, não somente com o objetivo de atrair mais fi liados, mas, principalmente, de qualificar o partido. “A conversa tratada é de não apenas fortalecer o PDT, como novamente ter o candidato a prefeito na próxima eleição. Estamos promovendo uma reestruturação interna, atualizamos os cadastros dos filiados e demos ciência para que tenhamos mais qualidade”, ressalta.

Cenário Estadual
Güttges enaltece que em conversa com o diretório estadual na segunda-feira (26) foi garantido que Osmar Dias será candidato a governador pela sigla pedetista, tanto que há diálogo com outras legendas visando à formação de alianças. Uma das possibilidades apresentadas é o Podemos, do senador Alvaro Dias, irmão de Osmar, que postula a Presidência da República. “As conversas neste sentido ainda estão acontecendo”, conclui.

 

 

Joni Lang/OP

 

Arquiteto Arlen Güttges: “Hoje o foco está no meu escritório, mas é lógico que eu preciso honrar os 643 votos que recebi na última eleição. Se alguém renunciar e eu for chamado a assumir uma cadeira na Câmara, vou fazer para honrar cada voto”

 
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