A equipe econômica do presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), definiu nomes capazes de levar adiante as propostas que devem sustentar o governo baseadas no pensamento liberal, rigor na busca pelo equilíbrio das contas públicas, controle da inflação e mudanças na estrutura estatal, incluindo projetos de privatizações. A avaliação é de economistas, que destacam ainda a preocupação em evitar rupturas e dar continuidade a aspectos considerados positivos, como a condução do Banco Central e do Tesouro Nacional.
Na quinta-feira (15), foi anunciado que o economista Roberto Campos Neto será o próximo presidente do Banco Central e que Mansueto de Almeida será mantido no Tesouro Nacional. Anteriormente, a equipe de Paulo Guedes, que comandará o superministério da Economia, confirmou Joaquim Levy para o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
A decisão de manter Mansueto de Almeida como secretário do Tesouro Nacional é uma sinalização de continuidade. “A própria manutenção do Mansueto alinha bem nessa direção”, dizem.
Com Agência Brasil

O secretário do Tesouro, Mansueto Almeida, será mantido pelo novo governo (Foto: Arquivo/Agência Brasil)