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Rejeição de Lula chega a 45,3% e de Flávio Bolsonaro a 44,7%, aponta Paraná Pesquisas

Levantamento mostra também que governadores Tarcísio de Freitas e Ratinho Junior têm rejeição menor, com 36,1% e 33,8%, respectivamente.


calendar_month 1 de fevereiro de 2026
2 min de leitura

A rejeição ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) está praticamente empatada, segundo levantamento do Instituto Paraná Pesquisas divulgado na última sexta-feira (30). O estudo mostra que 45,3% dos brasileiros afirmam que não votariam de jeito nenhum em Lula na eleição presidencial deste ano, enquanto 44,7% dizem o mesmo sobre Flávio Bolsonaro.

Os números indicam uma polarização entre os dois principais nomes do cenário político nacional, com diferença de apenas 0,6 ponto percentual entre eles.

Rejeição entre governadores

A pesquisa também avaliou o índice de rejeição de dois governadores que são nomes de destaque nacional. No estado de São Paulo, o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) tem rejeição de 36,1%, enquanto o governador do Paraná, Ratinho Junior (PSD), registra 33,8%. Os resultados indicam que, até o momento, os gestores estaduais enfrentam menor rejeição que os pré-candidatos à presidência.

Metodologia do levantamento

O Paraná Pesquisas entrevistou 2.080 eleitores em 160 municípios brasileiros entre os dias 25 e 28 de janeiro, por meio de entrevistas domiciliares presenciais. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

O levantamento foi realizado com recursos próprios do instituto e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-08254/2026.

Leitura do cenário

Os dados reforçam que, no início do ano, a rejeição a Lula e a Flávio Bolsonaro está praticamente equilibrada, com índices mais altos do que os observados para líderes estaduais como Tarcísio e Ratinho Junior. Essa informação é relevante para o cenário eleitoral, pois mostra que, apesar da liderança em intenções de voto de alguns pré-candidatos, a resistência do eleitorado permanece significativa.

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