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Ex-BBB Angélica repercute racismo: ‘Se eu fosse loira teria dado essa polêmica?’

TV Globo

 

Hoje (25) pela manhã, Ana Maria Braga recebeu duas últimas eliminadas do BBB15: Aline e Angélica no café da manhã do Mais Você. A primeira a sentar-se à mesa para conversar com a apresentadora foi Angélica, eliminada no último Paredão, que comentou sobre seu temperamento explosivo: “O fato de eu expor minha opinião não me torna uma pessoa imponente. Eu não levo desaforo para casa mesmo”.

Recentemente, dona Maria do Carmo, mãe de Angélica, declarou que a família estava sendo atacada de maneira racista nas redes sociais. Sobre o episódio, a ex-BBB confirmou: “Ontem, ela falou comigo sobre as publicações racistas. A gente sabe que, infelizmente, existe. As pessoas preferem acreditar que por ser negra eu sou assim. As pessoas acham que se impor é um defeito. Saber que meus filhos ficaram constrangidos na escola me preocupou muito. Será que se eu fosse loira de olho azul teria dado toda essa polêmica?”.

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Questionada se em casa Angélica também é explosiva, a ex-sister se defendeu. “Minha mãe não é um poço de doçura. Em casa, realmente eu tenho uns atritos, mas me calo. Fora da minha casa não tenho por que me calar. Tenho que me defender e falar. Sou da área da Saúde. Seria impossível eu exercer minha função de auxiliar de enfermagem há 14 anos sendo tão negativa”, explicou Angélica.

Quando a ex-sister Aline, sua colega de confinamento juntou-se ao papo, Angélica explicou que nunca olhou para o Fernando, namorado da loira, com segundas intenções. “Nunca quis o Fernando. Eu preferia ser amiga a ficar com ele. Tenho certeza que o Fernando sabe que não existia nenhum interesse da minha parte. Não o via como homem e, sim, como um amigo”, disse, sob o olhar atento de Aline. “Nunca achei que a relação deles fosse algo além de amizade”, garantiu a mineira.

Questionada se está acompanhando o amado no reality, Aline disse que está de olho no rapaz: “O tempo inteiro. Vi o Fernando chorando. O sentimento que a gente tem é muito verdadeiro. A gente era o porto seguro um do outro. Vê-lo triste e não poder ajudar dói”.

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