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Seu filho não tem muitos amigos na escola? Saiba como ajudar

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O ser humano tem uma tendência natural para se relacionar com seus semelhantes de forma empática, afinal, ninguém consegue viver sozinho. Por outro lado, as habilidades sociais precisam ser estimuladas e desenvolvidas na infância para que uma pessoa cresça saudável e feliz, sempre cercada de amigos.

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Muitas crianças apresentam dificuldades na formação desses primeiros laços, especialmente na escola. É nesse ambiente que os pequenos começam a ter alguma autonomia e vão além das relações restritas à família. Os pais não precisam ficar desesperados se o filho não tem muitos amigos: basta ter atenção a algumas atitudes e ajudá-lo nesse processo de amadurecimento.

1) Dê o exemplo

Na fase de desenvolvimento, especialmente nos primeiros anos, os filhos se espelham na figura dos pais. Digamos que eles estão ensaiando os primeiros passos da vida em sociedade e precisam de boas referências.

Pensando nisso, imagine qual impressão você passa às crianças se está sempre sozinho e nunca sai de casa? Provavelmente, elas terão essa imagem como referência e vão agir da mesma forma.

Repare nas suas próprias atitudes e estabeleça um círculo social saudável para compartilhar com os pequenos. Convide amigos próximos e parentes para visitarem a sua casa. Dessa forma, a criança pode começar a desenvolver a ideia de que uma vida compartilhada é melhor do que isolada.

2) Estimule a participação do seu filho em grupos

Nada melhor do que estimular a participação da criança em atividades que envolvam dinâmicas com outras crianças. Além disso, essas práticas podem agregar outros benefícios no aprendizado, a exemplo da leitura. Montar um clube do livro semanal em sua casa certamente é uma ideia que será aprovada tanto pelas outras crianças quanto pelos pais. Para facilitar a vida corrida dos pais existem sites especializados em literatura infantil como a Leiturinha que enviam livros selecionados para o conforto de casa.

Práticas de esportes ou música também são ótimas possibilidades para ajudar a fortalecer laços. Procure saber se na escola onde ele estuda há grupos nesse sentido e sugira a participação jamais obrigue.

Mantenha contato com os professores para saber como a criança tem evoluído no entrosamento com os colegas. As atividades em grupo estimulam a empatia, o compartilhamento e a generosidade, especialmente quando há um objetivo em comum. Seu filho poderá aprender desde cedo a lidar com a frustração, trabalhar em equipe e considerar certo esforço para atingir uma meta.

3) Dê suporte emocional, mas sem exageros

Por fim, não esqueça que seu filho é apenas uma criança e tem seu próprio tempo. Não adianta tentar encaixar o desenvolvimento dele dentro de padrões rígidos, apesar de algumas características se apresentarem com mais destaque em cada idade.

Escute o que ele tem a dizer sem julgamentos, deixando um canal aberto para comunicação. Essa é uma dica que deve acompanhar todo o desenvolvimento da criança quanto menos você julgar, mais ela sentirá que pode contar com os pais. Isso não significa deixar os limites de lado, e sim ter clareza na comunicação.

Além disso, não seja superprotetor. A criança precisa lidar com a dor, a alegria e os desafios da interação social. Somente assim conseguirá evoluir para a fase adulta de forma equilibrada e superar os próprios problemas.

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