O gosto pela música foi o primeiro acorde de uma trajetória que o projetaria na vida pública. Foi no coral da comunidade católica de Marechal Cândido Rondon que Ariston Limberger começou a ganhar notoriedade, não apenas pela voz afinada, mas pela presença marcante e pelo carisma que aproximava as pessoas.
Com diálogo fácil e habilidade em construir pontes, não demorou para ser naturalmente conduzido à política. Aos 28 anos, elegeu-se vereador. Jovem, determinado e movido por ideais, tornou-se vice-prefeito e, mais tarde, prefeito.
E que prefeito.
Ariston ficou conhecido pela oratória vibrante, pelos discursos que não apenas informavam, mas tocavam. Falava com convicção, emoção e energia. Quando subia ao palco, as conversas silenciavam. As atenções se voltavam a ele. Havia força em suas palavras.
Mas se a política o encantou, também lhe revelou seus bastidores mais duros. Vieram os desafios, as tensões, as decepções. Após 13 anos de vida pública, decidiu encerrar aquele ciclo. Saiu dos cargos, mas não da história.
Figura simbólica de Marechal Rondon, Ariston ajudou a escrever capítulos importantes do município, capítulos que seguem vivos na memória da cidade e de sua gente.
Sobre o quadro
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