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Conhecida como mini Marta, rondonense de nove anos se destaca no futsal regional

Treinando há apenas dois anos, Beatriz Geier já coleciona títulos e troféus, como o de craque da Copa Italianinha. Na Copa Mundo, virou até meme, diante da boa marcação em suas atuações, provando que não é só boa no ataque, mas também na defesa


calendar_month 17 de janeiro de 2025
2 min de leitura

Com apenas nove anos, ela já é craque. Faz coisas incríveis com a bola nos pés. Com tanto talento, por sinal, é conhecida como mini Marta rondonense, em referência à renomada jogadora Marta, escolhida por seis vezes como a melhor do mundo.

Estamos falando da Beatriz Geier, a Bea. Acompanhada dos pais Lauri Geier e da mãe Merly Roesler, ela esteve no O Presente na quinta-feira (16) para participar do primeiro Arena O Presente de 2025.

Durante sua participação no programa, Bea contou aos jornalistas Ana Paula Wilmsen e Gustavo da Cunha como o futsal entrou na sua vida.

Os pais falaram da ascensão da filha no esporte em apenas dois anos e enalteceram a caminhada vitoriosa, que já coleciona títulos e troféus, como o de craque da Copa Italianinha. Na Copa Mundo do Futsal, campeonato que disputou por Toledo em dezembro passado, virou até meme, diante da boa marcação que fez em suas atuações, provando que não é só boa no ataque, mas também na defesa.

Lauri e Merly comentaram sobre o apoio dado à filha e dos valores que ensinam para além das quadras. Disseram, ainda, como é conciliar esporte com estudo e revelaram os planos para o futuro da pequena atleta.

O bate-papo foi muito bacana.

Clique e assista!

Beatriz Geier, a craque Bea, com os pais Lauri Geier e Merly Roesler, ladeados pelos jornalistas Ana Paula Wilmsen e Gustavo da Cunha (Fotos: Dean Lopes e Ellen Noskoski/OP)
O trio esteve no O Presente na quinta-feira (16) para participar do primeiro programa Arena O Presente de 2025: esporte em pauta

A mãe de Bea contou sobre a rotina de treinos e sobre os bastidores dos campeonatos: “Ouço as pessoas falando, nossa, olha aquela menina, como joga, e fico ali, quietinha, vibrando, é a minha filha”

Bea é apaixonada por jogar futsal e pretende se arriscar nos gramados, futuramente

Bea começou a se interessar por futsal no colégio, aos sete anos. Ela fazia balé e passou a praticar também a modalidade. Depois de um tempo, quis escolher uma só. Adivinha qual foi?
Lauri Geier, pai da Bea: “Sempre vamos incentivar. Nessa idade, tem que ser leve, nada de cobranças. Jogar por prazer, como uma brincadeira”
Registro dos bastidores da gravação do programa

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