Empossada na última quinta-feira (13) como comandante do 3º Subgrupamento do Corpo de Bombeiros com sede em Marechal Cândido Rondon, a tenente Marcela Schuendler esteve nesta terça-feira (18) no Jornal O Presente para um bate-papo com a jornalista Ana Paula Wilmsen.
Na oportunidade, ela falou da sua ligação com a cidade e da expectativa para os trabalhos à frente do quartel.
A tenente destacou que foi muito bem recebida pela sua equipe e por lideranças do município e enalteceu as obras de melhorias e ampliação da sede do quartel.
Durante a entrevista, a comandante revelou o que a empolga enquanto bombeira e o que, por vezes, a decepciona e mencionou se já sofreu preconceito por ser mulher em uma profissão exercida em grande parte por homens.
Deixou, ainda, um conselho para os jovens que têm o sonho de se tornarem bombeiros militares.
Tenente Marcela: “Fui agraciada com o convite para comandar o quartel de Marechal Rondon e estou muito feliz. Venho para contribuir. Meu pai nasceu em Novo Três Passos, então eu tenho uma certa familiaridade com a cidade” (Fotos: Sandro Mesquita/OP)“Fui muito bem recebida por toda a equipe do quartel e fui apresentada a líderes políticos locais, o que é importante para a gente estreitar laços e poder fazer uma gestão de resultados. Ingresso muito bem acolhida e com um baita serviço em andamento. Eu fico muito orgulhosa em fazer parte”, disse a tenente durante a entrevistaTenente Marcela esteve no Jornal O Presente nesta terça-feira (18)Tenente Marcela Schuendler, comandante do 3º Subgrupamento do Corpo de Bombeiros com sede em Marechal Cândido Rondon: “Vou trabalhar muito, com muita responsabilidade, dar o meu melhor, servir os bombeiros e a comunidade. Minha expectativa para os trabalhos em Marechal é bastante positiva”“Ser bombeiro para mim é a realização de um sonho. É servir. Não consigo deixar de ser bombeira quando eu tiro a farda. É um compromisso vitalício de ajudar e servir o tempo todo”, destacou durante o bate-papoTenente Marcela: “O uso do celular no trânsito tem sido um grande vilão em termos de acidentes. No caso de bebida alcoólica, o policial consegue provar que o condutor estava embriagado pela dosagem do bafômetro. E o celular? Se as pessoas não se conscientizarem que não pode mexer no celular enquanto dirigem, o número de acidentes só tende a crescer”
“Somos humanos, e não super-heróis que voam. De fato somos os heróis que colocam a vida em risco para salvar alguém. É da profissão, mas vejo que, muitas vezes, falta empatia por parte das pessoas. Cobram os bombeiros de forma exagerada para coisas muito pequenas”
Tenente Marcela foi entrevistada pela jornalista Ana Paula Wilmsen
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