Os jornalistas Arno Kunzler e Ana Paula Wilmsen receberam, nesta segunda-feira (9), no estúdio de O Presente, o prefeito de Entre Rios do Oeste, Ari Maldaner.
Durante a entrevista, o chefe do Poder Executivo fez uma avaliação do ano de 2022, enumerou obras e ações inéditas feitas pelo governo municipal nos últimos dois anos e falou sobre os projetos que pretende tirar do papel em 2023.
Maldaner também revelou se é pré-candidato à reeleição e fez considerações a respeito das eleições 2024.
Disse o que espera do governo Lula e o que ele não deve fazer para que o Brasil siga crescendo e se desenvolvendo.
O prefeito opinou, ainda, sobre o episódio de domingo (8), em Brasília, com a sede dos três poderes da República depredados. CLIQUE AQUI e assista.
Ari Maldaner: “Em 2023 e 2024 o povo pode esperar muita seriedade. Vamos conduzir as coisas para ter um bom entendimento com a comunidade, com os vereadores e com os nossos secretários e seguir fazendo um bom trabalho” (Foto: Ana Paula Wilmsen/OP)O prefeito de Entre Rios do Oeste, Ari Maldaner, foi recebido pelos jornalistas Arno Kunzler e Ana Paula Wilmsen: bate-papo sobre política e ações do governo municipal (Foto: Ueslei Stankovicz/OP)
“Não sou pré-candidato à reeleição. Temos no nosso grupo pessoas que podem ser. Tenho 75 anos agora, vou sair com 77. Tem que deixar a oportunidade para os mais jovens. Vou apoiar aquele que for o escolhido”
Prefeito Ari Maldaner: “O Lula voltando agora, e pelo que está mostrando, não vai ser aquilo que os bolsonaristas estavam pensando. Eu fui Bolsonaro. Acho que não vai afetar muito em nível nacional. Temos o Estado do nosso lado, o governador, deputados, senadores. Então, estamos muito bem amparados” (Foto: Ueslei Stankovicz/OP)
“Eu acho que se o presidente Lula interferir no agronegócio, com taxações, como foi na Argentina, vai piorar (esses movimentos, manifestações). Se avacalhar com o agro, que é o nosso carro-chefe, vai complicar”
Ari Maldaner: “O país arrecada muitos impostos. Não precisa criar novos impostos. É preciso, sim, se preocupar com as leis, com essa quantidade de partidos que estão aí somente para negociatas” (Foto: Ana Paula Wilmsen/OP)
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