O promotor criminal Caio Di Rienzo esteve no O Presente na última sexta-feira (16) para uma entrevista ao vivo com a jornalista Ana Paula Wilmsen.
Caio falou, na oportunidade, sobre o número de inquéritos policiais na Promotoria Criminal, chamou a atenção para a complexidade atual dos homicídios na comarca e destacou o aumento no número de casos de estupro de vulnerável e de violência contra a mulher.
Revelou, ainda, investigações que envolvem perseguição de patrimônio e prometeu avanços e novidades neste sentido.
Ao longo da entrevista, Caio deu sugestões à municipalidade e à OAB, fez um apelo às secretarias de Educação e Assistência Social e criticou a falta de informações sobre a casa de acolhimento para mulheres vítimas de violência.
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“O Dr. Clairton (Spinassi) me confidenciou que ele nunca fez tantas sentenças de estupro de vulnerável. Eu acho que não aumentaram os casos, eles sempre existiram. O que tem ocorrido é que temos falado sobre isso, as redes de proteção, a imprensa tem dado espeço, os colégios”

“Em Marechal existem muitos abusos sexuais. Não cabe a mim falar os motivos. Estou dando sugestões de enfrentamento honestas e humildes de quem lida com isso diariamente”

“O abuso sexual é um crime covarde e democrático, assim como a violência contra a mulher. Não é só o pobre que pratica e sofre, tem muita gente que esconde a sujeira debaixo do tapete”

“70% das audiências criminais que eu faço diariamente são de violência contra a mulher”, expõe Caio
“Um sonho que eu tenho e a gente já tem implementado é a perseguição patrimonial. Você pega o cara ou condena, mas faz uma investigação dos bens que ele adquiriu, produto ou proveito do tráfico de drogas, e sequestra esses bens”





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