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Ministério da Infraestrutura diz que não há bloqueios em rodovias

calendar_month 1 de novembro de 2021
2 min de leitura

O Ministério da Infraestrutura divulgou, pelo Whatsapp, boletim atualizado das 6 horas, no qual informa que não há registro de nenhuma ocorrência de bloqueio parcial ou total em rodovias federais ou pontos logísticos estratégicos provocada pela greve dos caminhoneiros.

O relatório tem como base informações do Ministério da Justiça e Segurança Pública por meio da Polícia Rodoviária Federal (PRF).

Segundo o comunicado, a PRF identifica apenas três pontos de concentração: às margens da BR-116/RJ (Dutra), na altura da Rodoviária de Barra Mansa (RJ); às margens da BR-101/RJ, na região de Rio Bonito (RJ); e às margens da BR-116/CE, na altura do município de Itaitinga (CE).

Sem bloqueio e sem abordagem a caminhoneiros que seguem viagem.

No início desta segunda-feira, 1º, uma aglomeração em frente ao Porto de Capuab, no Espírito Santo, foi registrada, mas já foi dispersada por agentes da PRF.

Portos continuam operando dentro da normalidade. A situação no Porto de Santos está controlada e sem aglomerações no seu entorno desde as 2 horas.

Também não foi registrada nenhuma ocorrência em centros de distribuição de combustíveis. Movimentação normal.

Conforme o ministério, o efetivo da PRF se mantém em operação nos 26 Estados e Distrito Federal.

 

Justiça

Desde a semana passada, a Advocacia Geral da União (AGU) entrou com 36 ações judiciais para garantir a livre circulação de pessoas e cargas nos estados.

Ao todo, a Justiça concedeu 29 liminares contra bloqueios em rodovias, refinarias e portos de 20 estados.

Na decisão em São Paulo, por exemplo, o juiz federal Paulo Alberto Sarno determinou uma multa diária de R$ 10 mil para pessoa física e R$ 100 mil para pessoa jurídica que participar de bloqueios.

 

Greve

As lideranças que convocaram a greve são as mesmas da paralisação anterior.

Os caminhoneiros pedem a mudança da política de preços da Petrobras; o piso mínimo do frete; o retorno da aposentadoria especial com 25 anos de contribuição; e, claro, a redução do preço do diesel.

A expectativa do governo é que a greve dos caminhoneiros tenha um baixo grau de adesão, semelhante ao ocorrido na paralisação de 1° de fevereiro deste ano.

 

Com Canal Rural

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