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Caminhão de Rondon é apreendido no RJ com carga de maconha

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Policiais militares retiram entorpecentes que estavam embalados e armazenados no caminhão. (Oswaldo Prado/Agência O Dia)

Policiais militares do Rio de Janeiro apreenderam na madrugada de domingo (08) o caminh atilde;o placas AOR-6027, de Marechal C acirc;ndido Rondon (PR), carregado com cerca de 1,5 tonelada de maconha. Segundo a pol iacute;cia, a droga abasteceria as ldquo;bocas-de-fumo rdquo; do Complexo do Alem atilde;o, na Zona Norte do Rio. A maconha foi encontrada sob sacos de polvilho. Os policiais do Servi ccedil;o Reservado (P-2) receberam a informa ccedil; atilde;o que o carregamento chegaria ao Complexo e montaram uma opera ccedil; atilde;o com o Grupamento de A ccedil; otilde;es T aacute;ticas (GAT). O caminh atilde;o foi encontrado por volta de 1 hora num dos acessos agrave; Fazendinha, na Rua Ant ocirc;nio Austreg eacute;silo. Ele estava sendo acompanhado por um Palio branco, que fazia cobertura. Quando viram os policiais, bandidos da favela que faziam a ldquo;conten ccedil; atilde;o rdquo; come ccedil;aram a atirar.
De acordo com os policiais, enquanto o carro entrou na comunidade, o motorista que dirigia o caminh atilde;o largou o ve iacute;culo e fugiu a p eacute;. O caminh atilde;o chegou a colidir com um muro. Ningu eacute;m ficou ferido ou foi preso.
O ve iacute;culo e a carga foram levados para a 22 ordf; Divis atilde;o Policial da Penha.

Motorista
Ap oacute;s a apreens atilde;o, apareceu na delegacia o motorista Acirc;ngelo Rafael Kruger, 29 anos, que contou ter trazido o caminh atilde;o com a carga desde Laranjeiras do Sul (PR). Depois de passar pelo uacute;ltimo ped aacute;gio da Via Dutra, parou num posto de gasolina para beber aacute;gua, no in iacute;cio da noite de s aacute;bado (07). Quando retornou ao ve iacute;culo, teria sido rendido por dois bandidos. Depois de ser levado no pr oacute;prio caminh atilde;o, ele foi transferido para a mala de um autom oacute;vel e ficou circulando at eacute; ser deixado na Avenida Brasil, na altura da Penha. Acabou indo procurar a pr oacute;pria delegacia onde o caminh atilde;o foi apreendido. ldquo;Achei que eles iam me matar. Me obrigaram a beber pinga. Eu disse que fiz tratamento contra o alcoolismo, mas eles me amea ccedil;aram rdquo;, contou ele na delegacia.
Sua vers atilde;o ser aacute; investigada pela pol iacute;cia.

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