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Ex-pilota espanhola Maria de Villota é encontrada morta em hotel

calendar_month 11 de outubro de 2013
2 min de leitura

A ex-pilota Maria de Villota, de 33 anos, foi encontrada morta na manhã desta sexta-feira (11) em um hotel em Sevilha, na Espanha. A rádio local “Cadena SER” foi a primeira noticiar a tragédia. Maria estava na cidade para dar uma palestra. A causa do falecimento está sendo investigada. Através da página de Maria no Facebook, sua família fez um comunicado ao público sobre o triste ocorrido.

“Caros amigos, Maria nos deixou. Ela foi para o céu como todos os anjos. Agradecemos a Deus pelo ano e meio extra que ela passou conosco”, publicou a família. O serviço médico da cidade informou que recebeu um chamado de emergência do “Hotel Sevilla Congresos” às 07h23 (hora local) para atender a uma jovem mulher.

A equipe de resgate tentou reanimar De Villota, mas não teve sucesso. Ela participaria do 6º Congresso “O que Realmente Importa”, iniciativa destinada a jovens, onde palestrantes contam sobre experiências traumáticas que passaram. O evento foi cancelado. De acordo com o site espanhol “As”, no hotel, não foi encontrado nenhum sinal de violência, nem remédios. A princípio, a principal suspeita da morte, segundo um porta-voz da polícia local, é “causa natural”.

Pilota perdeu o olho em gravíssimo acidente em julho de 2012

Nascida em Madri em 13 de janeiro de 1980, Maria de Villota Comba, filha de Emilio de Villota, grande nome do automobilismo espanhol, foi pilota de testes da Marussia na Fórmula 1. Em 2012, ela sobrevivera a um terrível acidente ocorrido durante um teste aerodinâmico, na base aérea de Duxford, na Inglaterra. Como sequela, perdera o olho direito.

Na ocasião, o carro da espanhola se chocou contra um caminhão de apoio da equipe e a plataforma do veículo caiu em cima de seu capacete. Com traumatismo craniano, ela chegou a ficar em coma induzido por alguns dias e passou por diversas cirurgias. Recuperada do acidente, De Villota precisou abandonar as pistas, mas não se afastou totalmente do mundo da velocidade.

Embaixadora da “Comissão de Mulheres no Esporte a Motor” da Federação Internacional de Automobilismo (FIA), ela seguia incentivando a maior participação do sexo feminino no esporte a motor.

 
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