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Grêmio domina Lanús na Argentina, vence com golaços e é tri da Libertadores

calendar_month 30 de novembro de 2017
2 min de leitura

O Grêmio jogou como time grande, como pedia a ocasião. Na finalíssima da Libertadores, em plena La Fortaleza, acanhado estádio do Lanús, a equipe de Renato Gaúcho não deu chances ao adversário desde o primeiro minuto. Controle total, marcação forte, ritmo acelerado e golaços foram a receita para a vitória por 2 a 1, que coroou o ano tricolor com o tricampeonato do principal torneio de clubes da América do Sul.

O jogo de troca de passes que levou o Lanús tão longe já havia sido tímido na derrota por 1 a 0 no jogo de ida. Na volta, ele simplesmente não apareceu. O time argentino foi engolido pela garra, pela aplicação e pela técnica do Grêmio, que dominou o rival como se estivesse em sua própria casa, principalmente na primeira etapa. Nem mesmo a expulsão de Ramiro nos minutos finais tirou a compostura da equipe gaúcha. Parecia mesmo que a partida era na Arena tricolor, que, aliás, ficou lotada em Porto Alegre para comemorar o título.

O contestado Fernandinho, após uma arrancada em que cruzou metade do gramado, e o sempre calmo Luan, em um lance de cinema no qual enfileirou adversários e tocou por cima do goleiro, foram os autores dos gols gremistas. Sand descontou de pênalti no segundo tempo, mas foi pouco. E Renato Gaúcho, mais uma vez, gravou seu nome em um capítulo da história do clube: campeão da Libertadores como jogador e como treinador.

Com seu terceiro título, o Grêmio iguala Santos e São Paulo como o maior vencedor brasileiro da Libertadores. A equipe gaúcha conquistou o torneio em 1983, 1995 e 2017.

A torcida do Lanús criou um ambiente espetacular antes de a bola rolar em La Fortaleza. Quando o jogo começou, porém, a ansiedade no ar era palpável. O time argentino começou o jogo nervoso, errando muitos passes e cometendo faltas duras. O Grêmio novamente usou a tática de marcar adiantado, atrapalhando a saída pelo chão que o time da casa gosta de fazer, e deu certo. Precisando de gol, os argentinos ficavam pouco com a bola e a perdiam rapidamente.

Com informações UOL

 
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