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Com Dilma à tiracolo, Lula visita obras no Paraná

Na cerimônia de conclusão da primeira etapa das obras de ampliação e modernização da Repar, Requião e Bernardo: ficaram em saia justa. Foto: Divulgação

A visita do presidente Luiz In aacute;cio Lula da Silva (PT) ao Paran aacute; ontem (12) serviu tamb eacute;m para alinhar apoios pol iacute;ticos agrave; candidatura presidencial de Dilma Rousseff, que integrou a comitiva presidencial . Lula afirmou que todo candidato que quiser governar o Brasil precisa ter um bom relacionamento com o Paran aacute;. O governador Roberto Requi atilde;o e o vice Orlando Pessuti acompanharam o presidente e a ministra chefe da Casa Civil. Pela manh atilde;, Lula visitou obras de amplia ccedil; atilde;o na Refinaria Presidente Get uacute;lio Vargas (Repar), em Arauc aacute;ria, na regi atilde;o metropolitana. Durante a tarde, conheceu a f aacute;brica da Positivo Inform aacute;tica, em Curitiba. Depois, Lula embarcou para Londrina, onde inaugurou a amplia ccedil; atilde;o do servi ccedil;o de call center da Dedic, uma empresa administrada pelo grupo Portugal Telecom, que presta atendimento para os clientes da operadora de celular Vivo.
Em entrevista concedida agrave; imprensa curitibana, o presidente afirmou que a inten ccedil; atilde;o do PT eacute; fazer uma grande alian ccedil;a em torno da candidatura de Dilma Rousseff. Ele reconheceu, no entanto, a dificuldade de uma unifica ccedil; atilde;o de outros partidos em torno de uma candidatura. ldquo;Isso eacute; f aacute;cil de falar, mas muito dif iacute;cil de fazer. Se Dilma for mesmo a candidata, ela tem que manter rela ccedil; otilde;es com o Paran aacute;, ter um bom relacionamento com o governador Requi atilde;o e com outros partidos rdquo;, afirmou.

Dificuldades
O presidente disse que n atilde;o eacute; apenas no Paran aacute; que haver aacute; dificuldades para as alian ccedil;as pol iacute;ticas. ldquo;Quando existe mais de um candidato ao governo surgem complica ccedil; otilde;es para alian ccedil;as, mas isso eacute; bom para a democracia. Acredito que sempre devemos manter a boa rela ccedil; atilde;o que constru iacute;mos no passado rdquo;, afirmou.
O presidente criticou os oacute;rg atilde;os de fiscaliza ccedil; atilde;o e a burocracia que existe atualmente no pa iacute;s. Ao ser questionado se o Paran aacute; perdeu muitos recursos, em raz atilde;o de obras federais paradas, Lula disse que isso aconteceu no Brasil inteiro. ldquo;Muitas vezes aparecem suspeitas e param as obras por oito meses, depois descobrem que n atilde;o tinha nada de errado. E quem paga o preju iacute;zo de uma obra parada? rdquo;, indagou. O presidente defendeu que sejam criadas normas que regularizem as fiscaliza ccedil; otilde;es de obras.

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Irregularidades
Na Repar, cinco dos seis empreendimentos que Lula ir aacute; inaugurar foram considerados irregulares pelo Tribunal de Contas da Uni atilde;o (TCU). nbsp; Em janeiro, no entanto, Lula vetou a proibi ccedil; atilde;o de repassar recursos para essas obras, garantindo que continuassem a receber dinheiro federal.
No discurso que fez na Repar Lula afirmou que se as obras continuassem paradas seriam mandados 11 mil trabalhadores embora.

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