Um problema que surgiu, com a popularização das canetas emagrecedoras, foi o aumento do descarte irregular das agulhas, que estão indo parar no lixo comum. Além do impacto ao meio ambiente, tem também aquele causado à saúde.
Na região Oeste, o Sindicato Patronal das Farmácias alerta a população que as próprias empresas privadas recebem esses produtos após o uso.
“É uma atitude que nós tomamos a nível de Paraná, juntamente com a Secretaria de Saúde do Estado, de nós, empresários e farmácias, nós fazermos o recebimento dessas canetas após o uso, para que elas não vão para o lixo comum, então nós fazemos o recebimento. Nós temos as empresas que recolhem esse lixo mensalmente e é dado o destino correto. Esse aqui se chama o lixo dos pérfuro-cortantes, a ampola, quando você aplica uma injeção, a seringa, a agulha, então tudo é destinado para empresas que tenham a licença ambiental para dar o correto destino”, Nelcir Ferro, presidente do Sinfarma-Oeste.
E não precisa ser na farmácia onde o produto foi comprado.
“Nosso objetivo é recolher todo esse material que as pessoas forem utilizar, isso aqui também é uma venda com prescrição médica, visto que, pelos noticiários, se ouve que há pessoas que compram no país vizinho, então também que tragam essas canetas para que não vão para o lixo comum”, afirmou Nelcir.
A Secretaria Municipal de Saúde de Cascavel informa que não repassa as caixas para as pessoas depositarem, em casa, agulhas e esses objetos já utilizados. Elas podem vir diretamente nas unidades de saúde e fazer a entrega do material. E, se o caminho para o descarte for o posto de saúde, é importante que o usuário do medicamento acondicione agulhas e seringas em embalagens que não ofereçam risco.
“Principalmente em garrafa PET ou garrafa de amaciante, então coloca, armazena essas seringas dentro desses utensílios, coloca junto na embalagem, bem identificado que é material pérfuro-cortante, e podem estar levando até unidades de saúde, farmácias privadas que também recebem esse tipo de material para descarte correto”, falou Rhyana Lewandowski, gerente de assistência farmacêutica.
Com Catve
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