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| Alvaro Dias: Temos que definir o momento certo de fazê-las (pesquisas) e qual instituto contratar. Deve haver cuidado com o questionário. Foto: CGN |
A Executiva Estadual do PSDB se re uacute;ne no pr oacute;ximo dia 18 na tentativa de definir, entre o prefeito de Curitiba Beto Richa e o senador Alvaro Dias, quem ser aacute; o candidato do partido ao Governo do Estado nas elei ccedil; otilde;es de outubro. Por eacute;m, antes mesmo da rodada de negocia ccedil; atilde;o, j aacute; surgem as primeiras diverg ecirc;ncias. Com exce ccedil; atilde;o do senador, os principais envolvidos na decis atilde;o concordam que as pesquisas divulgadas no final de 2009 balizar atilde;o a discuss atilde;o.
Dias alega que os institutos cometeram um erro ao prever um enfrentamento entre ele e seu irm atilde;o, o tamb eacute;m senador Osmar Dias (PDT). Segundo o tucano, um acordo familiar de bastidores impediria que os dois se enfrentassem. ldquo;Acho que estas pesquisas n atilde;o servem. Temos que definir o momento certo de faz ecirc;-las e qual instituto contratar. Deve haver cuidado com o question aacute;rio. Precisamos de uma amostragem consistente e n atilde;o pequena como estas rec eacute;m divulgadas rdquo;, argumenta Alvaro.
Dois levantamentos – Ibope e Datafolha – sinalizam para uma polariza ccedil; atilde;o da disputa entre Richa e o senador Osmar Dias, que aparecem em empate t eacute;cnico (dentro da margem de erro). Somente nos n uacute;meros da Paran aacute; Pesquisas, Alvaro Dias, ainda aparece bem cotado, um pouco agrave; frente do irm atilde;o.
No cen aacute;rio recente mais favor aacute;vel ao PSDB (Paran aacute; Pesquisas), 43,1% dos entrevistados disseram ter inten ccedil; atilde;o de votar em Richa, enquanto 38,1% preferem o senador pedetista. Na mesma pesquisa, Alvaro tem 40%, contra 35% de Osmar.
Defini ccedil; atilde;o
Os principais caciques do PSDB no Paran aacute;, o presidente do diret oacute;rio estadual, deputado Valdir Rossoni, e o secret aacute;rio-geral da legenda, deputado Affonso Camargo, concordam que as sondagens devem nortear a defini ccedil; atilde;o.
Para Rossoni, eacute; preciso decidir o nome do candidato o mais breve poss iacute;vel, at eacute; para negociar as alian ccedil;as. ldquo;Temos que come ccedil;ar a definir o candidato, j aacute; que at eacute; os partidos aliados est atilde;o de m atilde;os atadas. Como podemos cobrar um posicionamento deles, se n oacute;s n atilde;o tivermos? Temos um volume grande de n uacute;meros agrave; disposi ccedil; atilde;o e n atilde;o temos como fugir disso rdquo;, afirma.
Camargo concorda que a escolha do candidato deve ser agilizada, mas prega cautela. ldquo;Acho que a Executiva n atilde;o tem poderes para decidir e que o Diret oacute;rio deve ser consultado. Mas o fato eacute; que se n atilde;o definirmos quem ser aacute; o candidato, estaremos atrapalhando a candidatura. A ideia eacute; que at eacute; fevereiro o nome seja anunciado rdquo;, informa.
