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| Foto: Maria Cristina Kunzler |
A Associa ccedil; atilde;o Regional dos Engenheiros e Arquitetos de Marechal C acirc;ndido Rondon (Area), em conjunto com o Crea-PR, elaborou um diagn oacute;stico dos principais ldquo;problemas rdquo; que o munic iacute;pio tem atualmente e que precisariam ser melhorados. O trabalho chama-se Agenda Parlamentar e o estudo levou em conta, dentre outras aacute;reas, a acessibilidade. Diferente do que muitos pensam, tornar os locais acess iacute;veis n atilde;o eacute; algo que traz somente benef iacute;cios aos portadores de necessidades especiais, como os cadeirantes. A acessibilidade eacute; mais abrangente, incluindo at eacute; mesmo pessoas idosas e/ou com a vis atilde;o comprometida, e pessoas que empurram carrinhos de beb ecirc;, por exemplo. nbsp; ldquo;A acessibilidade n atilde;o envolve somente os pr eacute;dios p uacute;blicos, mas tamb eacute;m empresas e o com eacute;rcio em geral devem ser acess iacute;veis. Acredito que em torno de 90% do munic iacute;pio n atilde;o est atilde;o adequados agrave; acessibilidade. Pouca coisa est aacute; regular, por isso o cadeirante sofre muito para andar na cidade rdquo;, afirma o presidente da Area, arquiteto Ricardo Leites de Oliveira.
Por conta disso, a entidade rondonense, em parceria com o Crea-PR, deve promover ainda em agosto uma palestra com um t eacute;cnico em acessibilidade. O evento ser aacute; voltado a todos os interessados no tema, incluindo representantes dos poderes Executivo e Legislativo municipais.
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