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Exército vai barrar entrada de mascarados em missa do papa

calendar_month 19 de julho de 2013
2 min de leitura
Divulgação
General do Exército José Alberto da Costa Abreu: apenas
pessoas em atitudes suspeitas serão revistadas

O Centro de Coordenação de Defesa Diária do Rio de Janeiro, que comandará a segurança em Guaratiba durante a Jornada Mundial da Juventude, informou que não será permitida a entrada de grupos de manifestantes no Campus Fidei (Campo da Fé), local da vigília e da missa de encerramento, com a presença do papa Francisco.

O general do Exército José Alberto da Costa Abreu disse que as sucessivas manifestações no Rio não alteraram o planejamento das Forças Armadas na segurança do evento.

“Não houve necessidade de reavaliação. Já estávamos trabalhando com a possibilidade de movimentos contestadores. Fomos surpreendidos pelos protestos durante a Copa das Confederações, ninguém esperava, mas manifestações intimidatórias e atos terroristas já estavam no nosso rol de preocupações”, afirmou.

Segundo o oficial, apenas pessoas em atitudes suspeitas serão revistadas. No interior do terreno não serão usadas armas letais nem não letais. As armas serão usadas somente na parte externa.

Esquema de segurança

O papa Francisco contará, durante a realização da Jornada Mundial da Juventude, com um efetivo de segurança de 14 mil pessoas. Destas, 10,2 mil são militares das Forças Armadas e os demais são policiais e agentes dos órgãos de segurança e ordem pública, como da Defesa Civil, da Polícia Civil e soldados do Corpo de Bombeiros.

Todos estarão de prontidão para ações de defesa nacional e de segurança pública. Dos 10,2 mil militares das Forças Armadas, sete mil atuarão no Campus Fidei, onde o pontífice fará a aparição final. Na sua viagem ao Brasil, Francisco celebrará uma missa na Basílica de Aparecida, em São Paulo. Durante sua estada, no Rio, ele ficará hospedado na residência do Sumaré.

Essa é a primeira viagem ao exterior do papa. A programação de Francisco é intensa: visita aos moradores da comunidade da Varginha, conversa com presos e concede a bênção para os doentes de uma instituição mantida por doações.

Francisco será recebido pela presidenta Dilma Rousseff; pelo governador do Rio, Sérgio Cabral; pelo prefeito da Capital fluminense, Eduardo Paes; pelo arcebispo do Rio, dom Orani João Tempesta; e pelo arcebispo de Aparecida e presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Raymundo Damasceno Assis. Os deslocamentos serão feitos em um helicóptero.

 
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