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| Os intercambistas Raphael Batista, de São Paulo, e Cesar Naranjo Kadala, do México, com Matheus e Alvori Ahlert, em visita a este diário, ontem (28): troca de conhecimentos. Foto: O Presente |
A partir de interc acirc;mbio do Rotary Club, a fam iacute;lia do vice-presidente do Rotary Guarani, professor rondonense Alvori Ahlert, est aacute; recepcionando esta semana o intercambista do M eacute;xico C eacute;sar Naranjo Kadala, bem como o intercambista paulista Raphael Matheus Batista, que em agosto ir aacute; para a Alemanha. A filha de Alvori, P acirc;mela Ahlert, est aacute; no M eacute;xico desde o uacute;ltimo m ecirc;s de setembro.
De acordo com C eacute;sar, a visita a Marechal C acirc;ndido Rondon o agradou muito, j aacute; que mora em uma cidade do mesmo porte no M eacute;xico, Playa del Carmen. No Brasil, ele teve a oportunidade de conhecer o Nordeste, S atilde;o Paulo e ir aacute; com a fam iacute;lia rondonense a Foz do Igua ccedil;u. ldquo;Gostei muito do Brasil e pretendo voltar como turista j aacute; no ano que vem. Em Marechal Rondon eu at eacute; moraria rdquo;, ressalta.
Apesar de esperar uma recep ccedil; atilde;o fria, C eacute;sar considera que foi muito bem acolhido no Brasil. ldquo;Est aacute; sendo uma oacute;tima oportunidade de conhecer pessoas, culturas diferentes rdquo;, avalia.
Diferen ccedil;as
Dentre as principais diferen ccedil;as identificadas pelo mexicano no Brasil est aacute; a jornada escolar mais curta do que na cidade onde mora. ldquo;L aacute; permanecemos das 07 horas agrave;s 14h30 na escola e fazemos aula de dan ccedil;a, m uacute;sica, praticamos nata ccedil; atilde;o e outros esportes, sendo poss iacute;vel almo ccedil;ar na escola rdquo;, menciona.
Outra diferen ccedil;a se refere agrave; alimenta ccedil; atilde;o. ldquo;Aqui se come feij atilde;o e arroz quase todos os dias. Agora at eacute; j aacute; acostumei a comer tamb eacute;m rdquo;, diz. Uma curiosidade apontada por Alvori eacute; que no M eacute;xico se come feij atilde;o preparado como um prato doce. Um dos pratos da culin aacute;ria mexicana, o taco (massa agrave; base de farinha de milho recheada com carne picada), o intercambista menciona que n atilde;o viu por aqui.
Apesar dos 15 anos de idade, C eacute;sar j aacute; sabe dirigir e vai fazer carteira de habilita ccedil; atilde;o no ano que vem: outra diferen ccedil;a apontada por ele em rela ccedil; atilde;o ao Brasil.
O interc acirc;mbio do jovem mexicano no Brasil termina em junho.
Prepara ccedil; atilde;o
Por sua vez, Raphael Batista, que reside em S atilde;o Jos eacute; do Rio Preto (SP), onde integra o Interact Club, est aacute; estudando a l iacute;ngua alem atilde; h aacute; cerca de um ano como forma de prepara ccedil; atilde;o para a sua viagem agrave; Alemanha. Ele destaca como uacute;nicas as oportunidades que est aacute; tendo por interm eacute;dio do Rotary. ldquo;Desta forma pudemos receber o C eacute;sar em nossa casa, assim como a P acirc;mela est aacute; na casa dele e n oacute;s na dela. Por meio do Rotary pude conhecer o Paran aacute;, que talvez n atilde;o conheceria rdquo;, comenta.
O paulista tamb eacute;m gostou da cidade de Marechal C acirc;ndido Rondon, principalmente devido a caracter iacute;sticas germ acirc;nicas observadas por ele. ldquo;Pretendo voltar para conhecer a festa do boi no rolete e a Oktoberfest da cidade rdquo;, menciona o intercambista, que j aacute; tem local para ficar em Munique, na Alemanha, onde pretende participar da festa original. O jovem permanecer aacute; na Alemanha at eacute; agosto de 2011.
