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| Durante visita à futura usina hidrelétrica da Cercar, diretores da cooperativa mostraram a barragem, o canal e a casa de máquinas |
Integrantes da Associação Comercial de Marechal Rondon (Acimacar) conheceram, no final de semana, as obras da Pequena Central Hidrelétrica da Cercar, que está sendo edificada no distrito rondonense de Novo Três Passos, acompanhados por diretores e pelo presidente da Cercar, Alcino Biesdorf. Foram realizadas visitas à futura barragem, ao canal e à casa de máquinas.
A usina deve gerar mais de quatro mil quilowatts e os investimentos somam R$ 20 milhões. A barragem está 35% pronta, cuja edificação deve ser concluída em novembro, para que as atividades sejam iniciadas em fevereiro ou março do próximo ano.
A direção da cooperativa informou, na ocasião, que as espécies de animais são todas catalogadas. Outro cuidado no tocante à preservação do meio ambiente é que no total serão plantadas sete mil árvores e ao lado do rio haverá 100 metros de mata. A área alagada somará sete hectares. A rede de transmissão será de 18 quilômetros de extensão, da usina até a subestação da Copel em Marechal Rondon.
Sobre o planejamento, a usina deve se pagar em um período de oito até nove anos. Segundo os diretores, a Cercar está autorizada a construir duas usinas hidrelétricas, trazendo benefícios financeiros aos associados a partir do desconto no valor da tarifa.
Moinho Henke
Posteriormente, o presidente da Acimacar, Josué Maioli, o coordenador do projeto da 2ª árvore por habitante, Legário Gilberto Von Mühlen (Beto), e diretores da entidade realizaram o plantio de várias mudas no Moinho Henke. No local, o sócio-proprietário Albert Henke Xavier explicou o funcionamento da empresa H Gelos.
O empreendimento tem atuação em nove municípios da região, produzindo gelo em barra, gelo em cubo e gelo em escama. Por dia são fabricadas 20 toneladas do produto, dos quais 12 são de gelo em barra, cinco de gelo em cubo e três de gelo em escama. Na área da empresa há um poço artesiano cuja vazão de água corresponde a 30 mil litros por hora. O Moinho Henke gera a própria eletricidade consumida.
(Leia a matéria completa na edição impressa do Jornal O Presente)
