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Médicos rondonenses não devem aderir à paralisação

A decisão da Associação Médica do Paraná (AMP) de realizar uma paralisação em nível estadual hoje (23) não deve alcançar os profissionais de Marechal Cândido Rondon. A categoria está em estado de greve e marcou a paralisação de atendimentos para esta terça-feira.

As reivindicações são pela derrubada dos vetos à regulamentação das competências médicas (Lei do Ato Médico) e da MP 621 (que institui o programa Mais Médicos) e por mais investimentos do governo na saúde (defendido pelo projeto Saúde +10), além de melhores condições de trabalho e criação de plano de carreira para os médicos do Sistema Único de Saúde (SUS).

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Conforme a Associação Paranaense, a paralisação pretende englobar consultas e procedimentos eletivos particulares, serviços públicos e planos de saúde, sendo preservados os atendimentos de urgência e emergência. A entidade havia recomendado que cada profissional, instituição ou clínica entrasse em contato com seus pacientes para cancelar/reagendar consultas e procedimentos e aproveitasse a oportunidade para esclarecer os motivos da paralisação. 

Município

Na última semana, o presidente da Associação Médica de Marechal Cândido Rondon, Wilson Botton, chegou a comentar que existia a possibilidade de adesão dos profissionais do município à paralisação. Ontem (22), a reportagem de O Presente buscou entrar em contato novamente com o presidente, porém não obteve retorno.

A secretária municipal de Saúde, Elveni Turmina, disse ontem que não havia sido informada, até então, de que qualquer um dos médicos que prestam serviço nas Unidades Básicas de Saúde deixaria de realizar atendimentos hoje. “Ninguém nos comunicou de que haveria interrupção na prestação de serviço médico nesta terça-feira”, declarou. Desse modo, ela entende que as consultas e serviços agendados deverão ser realizados normalmente neste dia.

Da mesma forma, o diretor dos hospitais Marechal Cândido Rondon e Filadélfia, Dietrich Seyboth (Dr. Hipi), também expressou que não foi avisado de qualquer ausência de profissionais prevista para esta terça-feira, que demandasse alteração na rotina dos estabelecimentos de saúde privados.

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