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Moradores de rua tiram as roupas e tomam banho em local público

calendar_month 31 de março de 2015
2 min de leitura

Divulgação

O memorial Getúlio Vargas localizado na Praça Luís de Camões, na Glória, Zona Sul do Rio está sendo usado por moradores de rua como depósito de lixo e local para realizar higiene pessoal. O espaço foi inaugurado em 2004, principalmente, para a educação dos estudantes. O problema, que aflige moradores da região, foi mostrado pelo RJTV de ontem (30).

Os 600 mil litros do espelho dágua são usados por alguns frequentadores para tomar banho. Com um balde improvisado, um homem foi flagrado pela equipe de reportagem esfregando a cabeça. Ele espalha espuma pelo corpo e, em seguida, fica nu. Um segundo chega, tirar a roupa e fica de cueca. Despreocupado, limpa os pés, a cabeça e toma um banho completo.

Outro pedestre sobe nos equipamentos de ginástica para fazer exercícios. Outras duas acendem um cigarro de maconha. Depois, oferecem a droga para outro homem. Um rapaz de camisa azul urina em uma mureta, próximo ao local onde crianças correm e brincam.

O funcionário público José Alexandre Rodrigues que mora na vizinhança há mais de 40 anos, reclama do comportamento dos moradores de rua. Como você vai conviver com crianças de quatro ou cinco anos junto com pessoas nuas, semi nuas, praticando sexo ao ar livre?, questionou Rodrigues.

Os moradores do bairro dizem que já fizeram até um abaixo assinado para pedir à Prefeitura que retire a água do monumento. Seria uma forma de combater a falta de segurança. Eles reclamam da dificuldade de brincar e de circular nesse imenso espaço público.

Os moradores do bairro contam que o chafariz da estátua de São Sebastião foi cercado para evitar a presença de moradores de rua. Segundo eles, a Prefeitura tem um projeto para transformar o espelho dágua num jardim, mas até agora nada foi feito.

A Secretaria Municipal de conservação afirmou que irá retirar a água do chafariz junto com a administração do memorial. A Secretaria de Assistência Social disse um Centro será construído em três meses. O abrigo terá capacidade para 300 pessoas e os moradores de rua serão encaminhados para o local.

 
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