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No Carnaval, risco de doenças de contágio aumenta

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Carnaval não é só folia. Apesar da principal festa brasileira ser regada a muita alegria, também é um período em que não de deve baixar a guarda para algumas doenças, como as respiratórias e as sexualmente transmissíveis, as DSTs. As pessoas tendem a exagerar nesses dias, tendo relações sem preservativos e expondo-se a várias DSTs, afirma o urologista da Unimed Curitiba, Ruimario Machado Coelho.

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Há algumas décadas, as pessoas tinham muito receio de ser diagnosticada com DST, principalmente a aids. Hoje percebo no consultório um desleixo com elas. Alguns pacientes pensam que, por ter medicação para controla-la, que não tem mais problema contraí-la. Esse pensamento que precisamos combater, ressalta.
E quem vai sair para aproveitar a festa, tem que se preocupar com as aglomerações, quando as doenças respiratórias podem ser contraídas.


Doenças mais comuns que podem ser transmitidas durante o Carnaval

Viroses respiratórias: Geralmente acometem os foliões nos primeiros dias pós-festa, tendo como sintomas febre, diarreia, náuseas, tontura e sensação de fraqueza

Mononucleose: Conhecida por doença do beijo, é uma doença benigna, mas cuja apresentação clínica pode se dar de forma mais severa. Seus sintomas são febre, dor de garganta, dores nas articulações, vermelhidão na pele e aumento do baço. O vírus pode permanecer no organismo por um longo período, embora a doença se manifeste uma única vez

Conjuntivite: O aumento no contato entre as pessoas, muitas já infectadas, aliado às altas temperaturas e à falta de cuidado com higiene nas mãos, costuma levar a um maior número de ocorrências no Carnaval

Hepatites: A hepatite é a inflamação do fígado e pode ser causada por vírus, uso de alguns remédios, álcool e outras drogas, além de doenças autoimunes, metabólicas e genéticas. No Carnaval, uma das principais formas de contágio é compartilhar utensílios. Se a pessoa estiver com o vírus, o indivíduo que beber no mesmo copo, por exemplo, pega. Outra forma pela qual a hepatite A pode ser transmitida é consumir alimentos e bebidas contaminados. Já no caso dos vírus B, C e D, a transmissão pode ser sanguínea, transmitido pela prática do sexo desprotegido

Herpes: A principal característica são as feridas ao redor dos lábios, mas nem sempre os sintomas aparecem, tornando mais difícil a identificação de problemas. Não tem cura. O vírus fica no organismo de quem teve contato, mas nem todos desenvolvem os sintomas

Sífilis: Causada por bactéria, é considerada uma doença sexualmente transmissível. Contudo, em sua fase secundária, é altamente contagiosa através do beijo

DSTs: Nessa época do ano é muito alto o índice de pessoas que contraem Hepatite B e doenças sexualmente transmissíveis (DSTs), como a AIDS e o Papiloma vírus Humano (HPV). Por isso, o uso do preservativo é imprescindível. No caso do HPV, a camisinha não garante 100% de proteção, pois as lesões podem ser microscópicas

Tétano: Ninguém está livre de pequenos acidentes, como cortes, mas é preciso ficar atento já que a bactéria que transmite a doença está em vários lugares, como no solo, em fezes de animais ou humanas que se depositam na areia, ou na terra sob uma forma resistente (esporos). A infecção se dá pela entrada de esporos por qualquer tipo de ferimento na pele contaminado.

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