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Pescadores precisam comprovar veracidade de profissão

Os pescadores profissionais de Gua iacute;ra ter atilde;o que fazer um recadastramento para poder continuar com suas atividades no Rio Paran aacute;. A medida foi anunciada na ter ccedil;a-feira (30), durante uma reuni atilde;o entre o representante do Minist eacute;rio da Pesca e Aquicultura, Pol iacute;cia Ambiental e pescadores, no Cineteatro Sete Quedas. A reuni atilde;o atraiu grande parte dos pescadores da Col ocirc;nia Z13 e lotou o anfiteatro.
Diante do grande n uacute;mero de carteiras de pesca expedidas nos uacute;ltimos anos, estima-se que existam 1.000 profissionais da pesca em Gua iacute;ra. Esse dado, por eacute;m, eacute; questionado tanto por pescadores ligados agrave; col ocirc;nia quanto pelo Minist eacute;rio da Pesca e oacute;rg atilde;os do Ibama ou da Pol iacute;cia Ambiental. ldquo;O grande problema eacute; que estamos em uma aacute;rea de fronteira e infelizmente tem gente que s oacute; usa a carteira de pescador como fachada rdquo;, disse o superintendente federal de Pesca e Aquicultura do Paran aacute;, Jos eacute; Wigineski.
Jos eacute; Cirineu Machado, l iacute;der da Col ocirc;nia Z13, aprovou a medida. ldquo;Acho que precisamos mesmo recadastrar, reciclar. Sou a favor rdquo;, disse.
At eacute; o dia 30 de abril, como foi divulgado, os pescadores ter atilde;o que arrumar pelo menos duas testemunhas (que tamb eacute;m sejam pescadores) que assinem a veracidade de sua profiss atilde;o. Por eacute;m, se esse indiv iacute;duo em quest atilde;o for flagrado como ldquo;atravessador rdquo;ou for constatada a sua participa ccedil; atilde;o em outras atividades irregulares (como contrabando, tr aacute;fico e etc.), tanto o suposto pescador quanto as testemunhas perder atilde;o definitivamente a carteira de pesca e, consequentemente, os benef iacute;cios governamentais.
A Col ocirc;nia e o governo esperam, com isso, afastar os supostos ldquo;falsos pescadores rdquo; que navegam pelo Rio Paran aacute;, protegidos, de certa forma, pela carteira profissional.
Em rela ccedil; atilde;o aos crimes ambientais – outra preocupa ccedil; atilde;o debatida durante o encontro, o tenente Nilson Figueiredo Alves Junior, da Pol iacute;cia Ambiental For ccedil;a Verde, destacou que a maioria das notifica ccedil; otilde;es s atilde;o realizadas contra pescadores amadores. ldquo;Os pescadores profissionais est atilde;o ganhando mais consci ecirc;ncia, temos autuado mais pescadores ocasionais. Mas ainda eacute; preciso avan ccedil;ar rdquo;, comentou.

Contrapartida
Jos eacute; Wigineski tamb eacute;m aproveitou a ocasi atilde;o para anunciar que o governo tem interesse em investir ldquo;na melhoria da qualidade de vida dos pescadores rdquo;. Um dos principais projetos eacute; liberar cr eacute;dito para a constru ccedil; atilde;o de casas populares. Para que isso aconte ccedil;a eacute; preciso que o munic iacute;pio seja parceiro no empreendimento, fornecendo alguma contrapartida, como terreno, por exemplo. O presidente da Col ocirc;nia Z13, Jos eacute; Cirineu Machado, afirmou que o provavelmente Gua iacute;ra receber aacute; os benef iacute;cios, j aacute; que tanto o Executivo quanto o Legislativo se mostraram receptivos agrave; ideia, num primeiro momento. ldquo;Falei com os vereadores e com o prefeito. Ambos demonstraram interesse nessa parceria rdquo;, afirmou.
O vereador Almir Bueno, vice-presidente da C acirc;mara, e o diretor de Cultura, Celso de Paula Franco, estiveram presentes na reuni atilde;o.
nbsp; ldquo;Queremos identificar os principais problemas colocados ao desenvolvimento da aquicultura e da pesca. Queremos um desenvolvimento sustent aacute;vel e desejamos dar boas condi ccedil; otilde;es para melhorar a qualidade de vida dos pescadores. Eacute; uma profiss atilde;o digna e que merece a nossa aten ccedil; atilde;o rdquo;, finalizou Wigineski.

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