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PP diz que só tem proposta concreta do PSDB

calendar_month 27 de abril de 2010
3 min de leitura
Ricardo Barros: O problema é que o Osmar tem limitações, já que está na dependência de um acordo com o PT. (…) e os petistas não abrem mão da vaga ao Senado, nem querem coligação proporcional (Foto: Arquivo/OP)

O presidente estadual do PP, deputado federal Ricardo Barros, afirmou que at eacute; agora o partido s oacute; recebeu proposta concreta de alian ccedil;a do PSDB do pr eacute;-candidato ao governo, Beto Richa. Para apoiar um dos candidatos ao governo, o PP reivindica a vaga de candidato ao Senado para Barros, e coliga ccedil; atilde;o proporcional nas chapas de candidatos agrave; C acirc;mara Federal e Assembleia Legislativa.
Barros afirma que al eacute;m dos tucanos, apenas o PDT do senador Osmar Dias tamb eacute;m acenou com proposta de alian ccedil;a. ldquo;O problema eacute; que o Osmar tem limita ccedil; otilde;es, j aacute; que est aacute; na depend ecirc;ncia de um acordo com o PT rdquo;, explica. Do PT, afirma o dirigente, o PP n atilde;o recebeu qualquer proposta oficial de coliga ccedil; atilde;o. ldquo;Eles n atilde;o abrem m atilde;o da vaga ao Senado, nem querem coliga ccedil; atilde;o proporcional rdquo;, diz Barros.
O mesmo acontece, diz ele, em rela ccedil; atilde;o ao PMDB, que tem como pr eacute;-candidato ao governo o governador Orlando Pessuti.
Segundo Barros, a tese sustentada pelo PT de uni atilde;o dos partidos da base aliada do governo Lula no Paran aacute; eacute; boa, mas desde que haja disposi ccedil; atilde;o das dire ccedil; otilde;es regionais em ceder espa ccedil;o e posi ccedil; otilde;es na composi ccedil; atilde;o. Por isso, afirma, as c uacute;pulas nacionais do PT e do PDT de Osmar teriam assumido a tarefa de retomar as negocia ccedil; otilde;es. ldquo;Na base do governo cada um puxa para si. A prioridade do PT daqui eacute; eleger a Gleisi (Hoffmann) senadora. A do PT de l aacute; (Bras iacute;lia) eacute; eleger a Dilma (Rousseff) rdquo;, avalia.
Ao contr aacute;rio dos petistas, afirma Barros, os tucanos t ecirc;m feito um esfor ccedil;o constante de buscar aliados no Estado. De acordo com ele, tanto o presidente nacional do PSDB, senador S eacute;rgio Guerra, quanto o presidenci aacute;vel tucano, Jos eacute; Serra, t ecirc;m conversado frequentemente com ele, e outros dirigentes partid aacute;rios no Paran aacute;, como o presidente do PPS, Rubens Bueno, e do DEM, deputado federal Abelardo Lupion. ldquo;N atilde;o tem ningu eacute;m da base do governo (Lula) fazendo esse trabalho rdquo;, contou.

Livre
Por enquanto, a dire ccedil; atilde;o nacional do PP ainda n atilde;o definiu seu lado na disputa nacional. Embora participe do atual governo, representado pelo ministro das Cidades, M aacute;rcio Fortes, o PP poder aacute; ficar neutro na elei ccedil; atilde;o presidencial, disse Barros.
Nesse caso, o partido seria liberado nos Estados para fazer suas pr oacute;prias alian ccedil;as, acrescentou o presidente estadual do PP que, desde j aacute;, se sente livre para conversar com o PSDB e outros partidos.
Na segunda-feira, Barros esteve com o governador Orlando Pessuti, pr eacute;-candidato do PMDB agrave; sucess atilde;o estadual. Pessuti j aacute; manifestou o desejo de ter o PP como um dos partidos que integrariam uma alian ccedil;a de apoio agrave; sua candidatura.

 
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