Uma nova instabilidade de mercado surge para a suinocultura brasileira. Segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), o preço das carnes de frango e gado voltou a se tornar competitivo e o consumo da carne suína reduziu. Conforme a Associação Catarinense de Criadores Suínos (ACCS), como consequência, o produtor fica de mãos atadas, apostando em alternativas que dependem apenas do governo e das entidades.
Para evitar crises, a ACCS visitou as principais lideranças do governo federal para cobrar medidas emergenciais e futuras.
Na prática, a instabilidade financeira faz com que a suinocultura catarinense dependa de alternativas como essas. A liberação de milho e a renegociação de dívidas são medidas emergenciais, que podem reduzir os efeitos das notícias negativas do mercado. Mas para a ACCS, a suinocultura precisa de outro perfil, de um mercado seguro, que depende principalmente de ações definitivas. Esforço garantido pelo Ministério da Agricultura.
Durante as conversas na capital federal, o Código Florestal brasileiro também esteve entre os temas. Em Santa Catarina, os produtores estão desorientados em relação ao cumprimento da lei, eles aguardam o andamento da aprovação do código florestal.
A ACCS pede para que os produtores participem de ações que visam um futuro mais seguro.
Segundo orientação do governo federal, os produtores devem aguardar o andamento do Código Florestal, para realizar qualquer mudança ou investimento na propriedade. Sobre a liberação de milho aos suinocultores, a informação repassada para a ACCS é de que haverá a disponibilização. (Canal rural)