O Presente
Geral

Presos do cadeião de Palotina fazem greve de fome

calendar_month 19 de janeiro de 2010
2 min de leitura
Presos de uma das alas do cadeião de Palotina. Segundo eles, o protesto é pacífico e continua até ser resolvida a situação de seus colegas em Piraquara (Foto: Divulgação)

Arebeli atilde;o na uacute;ltima quinta-feira (14) na Penitenci aacute;ria Central do Estado (PCE), em Piraquara, que terminou com a morte de seis detentos, est aacute; tendo reflexo no interior do Paran aacute;. Ontem (19) presos do cadei atilde;o de Palotina iniciaram um protesto pac iacute;fico que, segundo eles, foi realizado tamb eacute;m em outras cadeias do Estado. Os presos est atilde;o rejeitando, desde a tarde de ontem, a comida distribu iacute;da pelos agentes carcer aacute;rios. A inten ccedil; atilde;o dos presos eacute; chamar a aten ccedil; atilde;o das autoridades para a situa ccedil; atilde;o que ficaram alguns detentos recolhidos na PCE ap oacute;s a rebeli atilde;o. ldquo;Tem pessoas que est atilde;o sangrando no p aacute;tio. Fazem tr ecirc;s dias que eles entregaram o pr eacute;dio, e desde ent atilde;o tem presos no p aacute;tio sem se alimentar, tomando sol, chuva, sem aten ccedil; atilde;o m eacute;dica. Do jeito que est atilde;o vai acabar morrendo mais gente devido agrave; falta aten ccedil; atilde;o rdquo;, disse um dos preso da cadeia de Palotina, que pediu para n atilde;o ser identificado.

Outros rumos
Os presos disseram que a paralisa ccedil; atilde;o n atilde;o eacute; uma determina ccedil; atilde;o de alguma fac ccedil; atilde;o criminosa e que as informa ccedil; otilde;es sobre o estado dos colegas em Piraquara chegaram at eacute; eles por carta. As informa ccedil; otilde;es, revelam os detentos, s atilde;o de que existem mais de 100 presos em Piraquara precisando de atendimento m eacute;dico, alguns deles baleados. No momento, o protesto eacute; pac iacute;fico, mas os presos alertam que pode tomar outros rumos caso o problema n atilde;o seja resolvido at eacute; sexta-feira (22). ldquo;Isso n atilde;o eacute; uma rebeli atilde;o. N atilde;o queremos quebrar a cadeia, o que queremos eacute; que o pessoal l aacute; em cima, que est aacute; no sofrimento, seja ajudado rdquo;, comentou um detento. Somente em caso de emerg ecirc;ncia, como atendimento m eacute;dico, ou em caso de alvar aacute; de soltura, haver aacute; movimenta ccedil; atilde;o no cadei atilde;o. ldquo;Enquanto n atilde;o tiver um resultado l aacute; em cima, vai ficar tudo parado rdquo;, reafirmam os presos.

 
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