| O Presente |
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| Na manhã de ontem (06) os coordenadores do programa realizaram explanação à equipe administrativa sobre os objetivos do programa |
O município de Santa Helena está entre os 26 municípios da Bacia do Paraná 3 que aderiram ao programa Cidades Sustentáveis. O lançamento do mesmo aconteceu ontem (06), no auditório da prefeitura, e foi realizado pelo superintendente de Meio Ambiente da Itaipu Binacional, Jair Kotz, o coordenador Programa Cidades Sustentáveis, Mauricio Broinizi Pereira, e o presidente do Conselho de Desenvolvimento dos Municípios Lindeiros ao Lago de Itaipu, prefeito de Santa Helena, Jucerlei Sotoriva (Juce).
Na ocasião, as autoridades realizaram explanação para secretários municipais e demais colaboradores da equipe administrativa, para que estejam integrandos sobre os propósitos do programa. Durante a oportunidade, o coordenador explanou que o programa foi construído em um processo amplamente participativo a partir de uma rede de organizações da sociedade civil que tem municípios pequenos e grandes de diversas regiões de país.
Segundo Pereira, a plataforma tem 100 indicadores básicos, mas alguns deles se destinam a cidades com mais de 50 mil habitantes. Dessa forma, o programa abrange cidades pequenas, médias e grandes, além de atender municípios que têm um peso maior na realidade rural, pois há uma parte voltada aos bens naturais comuns e indicadores para recuperação de solos, água, matas ciliares, salienta.
O programa é composto de um conjunto de diretrizes e um banco de boas práticas que devem ser trabalhados pelos municípios participantes. Conforme o coordenador, a aproximação com o Cultivando Água Boa ao programa se dá pela abrangência de toda uma região e abarcar questões relacionadas ao solo, água, resíduos, que estão entre as principais experiências colocadas no banco de boas práticas do Cidades Sustentáveis está sendo referência para vários municípios do país.
O Oeste do Paraná é a região do Brasil que tem mais municípios que aderiram ao programa e que vai oportunizar fazer troca de experiências com várias partes do país e do mundo, a partir de uma rede de cidades que está se constituindo no país e em cidades europeias, expôs Pereira, lembrando que os gestores municipais terão acesso a modelos de práticas concretas que já deram resultado e podem servir de referência para seus municípios.
