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Rondonense completa 50 anos de atuação em farmácia

calendar_month 10 de dezembro de 2009
3 min de leitura
Rozeno Luceno de Souza: Nestes 50 anos, o setor farmacêutico passou por grandes mudanças. Foto: Maria Cristina Kunzler

Chegar aos 60 anos de idade em plena atividade profissional eacute; algo considerado comum. Por eacute;m, chegar a esta idade e ao mesmo tempo completar 50 anos trabalhando sempre no ramo farmac ecirc;utico certamente n atilde;o eacute; para qualquer um. Mas este eacute; o caso de Rozeno Luceno de Souza, que ap oacute;s residir h aacute; 34 anos em Marechal C acirc;ndido Rondon pode ser considerado um rondonense nato.
Rozeno come ccedil;ou a trabalhar em farm aacute;cia aos dez anos, quando ainda residia em Tup atilde;, interior de S atilde;o Paulo. Depois ele teve passagens por empresas do ramo em Campinas e na sequ ecirc;ncia em S atilde;o Paulo, capital. Em 1975, veio morar em Marechal Rondon. ldquo;Quando cheguei aqui trabalhei por um per iacute;odo na Farm aacute;cia Globo e depois montamos a Farm aacute;cia Confian ccedil;a, at eacute; esta fechar rdquo;, comenta.
J aacute; em 2003, o rondonense recebeu convite do propriet aacute;rio da Farm aacute;cia Filad eacute;lfia, Luiz Carlos L iacute;rio (Grilo), para integrar a sua equipe, onde permanece trabalhando at eacute; hoje. ldquo;Eu devo muito ao Grilo, por ter me dado esta oportunidade, e ao doutor Miguel Cruzatti. Ambos me ajudaram quando eu mais precisava. Eu tenho uma gratid atilde;o muito grande pelos dois rdquo;, afirma Rozeno.

Mudan ccedil;as
Em 50 anos, o ramo farmac ecirc;utico passou por significativas mudan ccedil;as. Se antigamente n atilde;o havia muitos rem eacute;dios dispon iacute;veis, e para ter acesso a eles era preciso fazer a manipula ccedil; atilde;o e formula ccedil; atilde;o, hoje quem entra em uma farm aacute;cia j aacute; pode comprar o medicamento pronto, sendo que s atilde;o mais de oito mil tipos agrave; disposi ccedil; atilde;o. ldquo;Antigamente era muito mais dif iacute;cil. Para se ter ideia, a seringa era de vidro, e n atilde;o descart aacute;vel como temos hoje. Ent atilde;o sempre que us aacute;vamos em seguida precis aacute;vamos ferv ecirc;-la em aacute;gua mineral para reutilizarmos rdquo;, relembra.
Para a penicilina, por sua vez, o funcion aacute;rio da farm aacute;cia precisava dormir na casa do paciente, pois a aplica ccedil; atilde;o era feita de quatro em quatro horas e, se n atilde;o fosse assim, o rem eacute;dio estragava. ldquo;Outra curiosidade eacute; quanto ao teste de gravidez, que hoje existe dispon iacute;vel na farm aacute;cia e o resultado sai em poucos minutos. Mas em S atilde;o Paulo, antigamente, pegava-se a urina da mulher que suspeitava estar gr aacute;vida e aplicava em um sapo. Se o animal inchava, era porque o resultado era positivo rdquo;, conta.

 
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