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Samek defende composição entre PT, PMDB e PDT

calendar_month 12 de fevereiro de 2010
5 min de leitura
Diretor-geral de Itaipu, Jorge Samek: Se conseguirmos formar esse espectro aqui (aliança PT, PMDB e PDT), vamos ter uma chapa amplamente viável e com grandes possibilidades de êxito (Foto: Luciany Franco/OP)

A forma ccedil; atilde;o de alian ccedil;as do PT no Paran aacute;, independente se for com PDT ou PMDB, passa pela exig ecirc;ncia da ex-presidente petista, Gleisi Hoffmann, ser a candidata ao Senado. Desta forma, o Partido dos Trabalhadores tem oferecido outros nomes para a forma ccedil; atilde;o de coliga ccedil; atilde;o. Entre eles est aacute; o do diretor-geral da Itaipu Binacional, Jorge Samek. Em visita ao Show Rural Coopavel, que encerrou ontem (12), em Cascavel, ele disse que, pessoalmente, n atilde;o tem interesse de disputar cargo pol iacute;tico. Contudo, garante que se o partido lhe convocar, vai atender ao pedido. ldquo;N atilde;o tenho feito nenhum movimento nesse sentido. Quando renunciei ao mandato de deputado federal j aacute; tinha afirmado que n atilde;o havia mais inten ccedil; atilde;o de disputar elei ccedil; otilde;es. Desde que estou agrave; frente da Itaipu s oacute; tenho feito pol iacute;tica energ eacute;tica, e ainda tenho projetos importantes que gostaria de concluir. Mas, s oacute; estou neste cargo porque o PT, atrav eacute;s do presidente Lula, est aacute; no governo, por isso, eu preciso dar uma contrapartida ao partido pela oportunidade que estou tendo de comandar essa importante institui ccedil; atilde;o que eacute; a Itaipu. Se meu nome agregar e o partido chamar, tenho que atender rdquo;, justifica Samek.
O diretor da Itaipu afirma que, desde que renunciou ao seu mandato de deputado federal, deixou de lado a pol iacute;tica-partid aacute;ria para dedicar-se exclusivamente a dirigir a binacional. Por outro lado, lembra que j aacute; disputou sete elei ccedil; otilde;es, obtendo ecirc;xito em cinco delas.

Reprodu ccedil; atilde;o
Samek apoia para a forma ccedil; atilde;o de alian ccedil;as no Paran aacute; a reprodu ccedil; atilde;o dos mesmos partidos que d atilde;o sustenta ccedil; atilde;o ao governo Lula. “Estamos trabalhando isso para apoiar a candidatura da Dilma (Rousseff) e acredito que eacute; perfeitamente vi aacute;vel fazer o mesmo no Paran aacute; rdquo;, prop otilde;e. O petista argumenta que, por suas trajet oacute;rias e bandeiras, o PT, PMDB, PDT, PCdoB, PR, entre outros, podem e devem estar juntos, para viabilizar projetos de governo que t ecirc;m fundamento comuns entre essas legendas. A respeito das diferen ccedil;as entre as principais lideran ccedil;as do PMDB e PDT no Paran aacute;, governador Roberto Requi atilde;o e senador Osmar Dias, respectivamente, Samek declara que o projeto de Governo do Paran aacute; deve ficar acima de diferen ccedil;as pessoais. ldquo;O governador do Paran aacute; vai concorrer ao Senado e acho que ele deve estar nessa alian ccedil;a; o senador Osmar Dias ao Governo do Estado precisa estar nessa alian ccedil;a, assim como o PT. Se conseguirmos formar este espectro aqui, vamos ter uma chapa amplamente vi aacute;vel e com grandes possibilidades de ecirc;xito e tamb eacute;m para a ministra Dilma (Rousseff) fazer uma grande vota ccedil; atilde;o aqui no Paran aacute; rdquo;, defende.

Impasse
Samek reconhece que tanto PMDB quanto PDT t ecirc;m candidato ao Governo do Estado e desejam ter o vice do PT, apontando, inclusive, o nome do diretor da Itaipu como candidato a vice-governador. ldquo;Eu estou fazendo um esfor ccedil;o para juntar todos. Precisamos ver o candidato que est aacute; em melhor condi ccedil; atilde;o para disputar o governo. A uni atilde;o dos tr ecirc;s partidos vai garantir uma chapa completa muito bem estruturada rdquo;, refor ccedil;a. Ele exp otilde;e que a uni atilde;o promover aacute; uma boa penetra ccedil; atilde;o em todas as regi otilde;es do Paran aacute;, j aacute; que cada um tem maior for ccedil;a em locais diferentes.
Para o petista, eacute; leg iacute;tima inten ccedil; atilde;o do PMDB lan ccedil;ar candidatura pr oacute;pria, contudo, pondera que o candidato da legenda, Orlando Pessuti, vai assumir o governo em abril, com nove meses de gest atilde;o pela frente. ldquo;E tem chances de deixar o seu nome na hist oacute;ria, por fazer um oacute;timo trabalho nesse per iacute;odo. Uma chapa forte e completa, desde deputado estadual a federal, vai garantir melhor governabilidade. Ningu eacute;m governa sem o Congresso Nacional, sem aliados, sem uma boa base de sustenta ccedil; atilde;o rdquo;, pontua.
Outro argumento de Samek para defender a uni atilde;o entre o PMDB e PDT eacute; o fato das lideran ccedil;as dos dois partidos j aacute; terem caminhado juntas em outros governos, inclusive com Osmar Dias tendo sido secret aacute;rio de Agricultura de Roberto Requi atilde;o. ldquo;E um dos mais prestigiados daquela gest atilde;o rdquo;, aponta. O distanciamento maior ocorreu na uacute;ltima elei ccedil; atilde;o, mas nada que n atilde;o possa ser corrigido. ldquo;A uni atilde;o PT e PMDB est aacute; dando certo no governo federal, ent atilde;o temos que ter maior abertura e colocar o Paran aacute; acima disso, deixando as vaidades pessoais de lado, porque n atilde;o podem ser prioridade para quem est aacute; na vida p uacute;blica. E pensando assim acredito que possamos fazer uma bela alian ccedil;a rdquo;, sublinha.

 
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