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Secretário quer maior policiamento nas fronteiras

calendar_month 8 de dezembro de 2009
2 min de leitura

A redu ccedil; atilde;o da criminalidade nos centros urbanos deve passar tamb eacute;m pela seguran ccedil;a nas fronteiras, afirmou, ontem (07), o Secret aacute;rio de Seguran ccedil;a P uacute;blica do Minist eacute;rio da Justi ccedil;a, Ricardo Balestreri, logo ap oacute;s participar da abertura do Encontro Nacional sobre as A ccedil; otilde;es de Intelig ecirc;ncia de Seguran ccedil;a P uacute;blica nas regi otilde;es fronteiri ccedil;as – Policiamento Especializado na Fronteira.
De acordo com Balestreri, grande parte do armamento ilegal que existe no pa iacute;s entra no Brasil por meio das regi otilde;es de fronteira e chegam nas m atilde;os dos criminosos. Ele disse ainda que no Brasil nunca houve uma pol iacute;tica de seguran ccedil;a espec iacute;fica para as fronteiras, o que sempre houve foi uma pol iacute;tica nacional de seguran ccedil;a, que inclu iacute;a as fronteiras, feita pelas For ccedil;as Armadas.
ldquo;Precisamos de pol iacute;cia na fronteira para fazer papel de pol iacute;cia na fronteira. N atilde;o eacute; poss iacute;vel num pa iacute;s com 35 mil quil ocirc;metros de fronteira seca e mar iacute;tima n atilde;o termos um sistema pleno de guardamento das fronteiras rdquo;, frisou.

Resultado
O secret aacute;rio disse tamb eacute;m que no Rio Grande do Sul, onde o governo federal est aacute; investindo maci ccedil;amente em seguran ccedil;a p uacute;blica na regi atilde;o da fronteira com o Uruguai, j aacute; houve uma redu ccedil; atilde;o da criminalidade no campo em 20% e um aumento de 40% na apreens atilde;o de armas e drogas nos uacute;ltimos seis meses. Essa mesma coopera ccedil; atilde;o est aacute; sendo acordada com o governo da Guiana Francesa, onde o secret aacute;rio espera que haja o mesmo resultado alcan ccedil;ado no Sul.

Terra e mar
Ele disse ainda que depois que estiver montado um sistema de seguran ccedil;a nas fronteiras secas, ser aacute; montado um sistema mar iacute;timo, para que o crime n atilde;o migre das fronteiras secas para a mar iacute;tima. ldquo;O pr oacute;ximo passo eacute; um sistema de guardamento mar iacute;timo que o Brasil n atilde;o tem. Temos a Marinha guardando as fronteiras, mas ela n atilde;o tem fun ccedil; atilde;o de pol iacute;cia, por isso precisamos de uma guarda costeira rdquo;, concluiu.

 
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