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Secretária de Saúde estima em cerca de 180 dias prazo para abertura da UPA em Rondon

calendar_month 2 de março de 2017
2 min de leitura

 

Cristiano Viteck

Audiência pública atende exigência da Lei de Responsabilidade Fiscal

 

Na audiência pública para prestação de contas do terceiro quadrimestre de 2016, ocorrida na sexta-feira (24) na Câmara de Vereadores de Marechal Cândido Rondon, entre outras perguntas, a secretária municipal de Saúde, Marciane Specht, respondeu questionamentos da comunidade sobre a Unidade de Pronto Atendimento (UPA). A estrutura física está concluída. Porém, para iniciar o atendimento à população ainda necessita da contratação de profissionais e da compra de equipamentos cujo custo pode chegar R$ 1 milhão.

Conforme Marciane, a estimativa da Secretaria é de que a abertura da UPA ocorra em aproximadamente seis meses, prazo necessário para a total regularização. Ela informou que, quando em operação, a UPA será responsável pelos procedimentos de emergência e demais atendimentos, que hoje são feitos pela Unidade de Saúde 24 Horas.

Chamou a atenção durante a audiência pública o montante de recursos que o município terá que despender para manter a UPA em funcionamento. A partir de um comparativo com Guaíra, onde a UPA já está atendendo, a secretária faz uma avaliação otimista e prevê que o custo mensal deve girar entre R$ 500 mil e R$ 600 mil. Marciane explica que em Guaíra existe parceria entre a UPA e o Consórcio Intermunicipal SAMU Oeste/PR (Consamu), o que reduz significativamente os gastos. A expectativa é que o mesmo possa ser feito no município.

Porém, caso Marechal Cândido Rondon não consiga firmar uma parceria nos mesmos moldes, o gasto mensal do governo rondonense com a UPA pode atingir até R$ 1,5 milhão. Para dimensionar o que isso representa, a secretária cita que em 2016 o Hospital Municipal demandou a aplicação média de cerca de R$ 350 mil por mês.

De acordo com dados apresentados na audiência pública, a aplicação do município na saúde vem crescendo anualmente. Em 2006, a administração investiu 15% da sua receita no setor que é o percentual mínimo exigido por lei. Já no ano passado o índice chegou a 27,47%.

 
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