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Hoesp alerta para sinais e como combater abuso e exploração sexual infanto-juvenil

calendar_month 18 de maio de 2022
3 min de leitura

Nesse dia 18 de maio, Dia Nacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual Infanto-Juvenil, a Hoesp alerta para os sinais de violência. A psicóloga da Hoesp, Thais Nayara Dechechi Pelisson Larios, ressalta que a responsabilidade com as crianças e adolescentes ao combate ao abuso e exploração sexual deve ser exercida diariamente.

“Importante dizer que se houver suspeita ou conhecimento de abuso e/ou exploração sexual em crianças e adolescente, e que esteja sofrendo violência, é dever de todos denunciar. É por isso que a Constituição Federal deu a responsabilidade de garantir os direitos dos meninos e meninas do país à toda a sociedade, à família, à comunidade e ao Estado. E nós fazemos parte disso!”, afirma.

De acordo com dados do Relatório de Análise Criminal do Centro de Análise, Planejamento e Estatística (CAPE), 12 crianças e adolescentes são abusados por dia no Paraná. “A violência sexual pode ocorrer pelo abuso sexual ou pela exploração sexual, podendo ser verbal, visual, ou física”, explica Thais.

De acordo com ela, o principal sinal que a criança pode apresentar é a mudança de comportamento. “Devemos observar e ficar atentos frente a mudanças repentinas no comportamento padrão dessa criança e desse adolescente, mudanças essas em relação a uma pessoa ou uma atividade em específica”, avalia. “Podemos listar; comportamentos infantis de modo repentino, ou seja, a criança/adolescente voltar a realizar comportamentos os quais já tinham abandonado anteriormente e que atualmente voltou a realizar, como por exemplo, voltar a urinar na cama. Outros comportamentos com mudanças repentinas que devemos observar é se houver alteração no sono, irritabilidade, agressividade, falta de concentração, diminuição do rendimento escolar, aparência descuidada, diminuição da comunicação, isolamento social, entre outros. Dessa forma, os familiares, educadores devem ficar atentos na presença dessas mudanças repentinas e investigar a causa de estarem presentes”, complementa.

A psicóloga ainda orienta o diálogo como a melhor prevenção contra o abuso sexual. Além disso, desmitifica o fato de que apenas pessoas distantes praticam a violência. “É importante lembrar que as crianças estão em processo de aprendizado, conversar com a criança, escutá-la, orientá-la, são peças fundamentais para a possibilidade de prevenção. Importante ressaltar a importância da orientação, pois o abuso sexual é geralmente praticado por uma pessoa com quem a criança ou adolescente possui uma relação próxima, de confiança, e que participa do seu convívio. Essa violência pode se manifestar dentro do ambiente doméstico (intrafamiliar) ou fora dele (extrafamiliar)”, finaliza Thais.

 

Com assessoria
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