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PM se manifesta sobre caso de incêndio em alojamento do 6º Batalhão

A Soldado não se feriu, sendo socorrida em tempo por outros dois policiais (Foto: Reprodução/Catve.com)

Sobre o fato de uma policial militar ter tentado suicídio na noite de ontem (24) na sede do 6° Batalhão de Polícia Militar, em Cascavel, o quartel emitiu nota, na tarde desta segunda-feira (25), se manifestando a respeito do assunto.

 

Confira a nota:

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O Comando do 6º Batalhão de Polícia Militar vem por meio desta nota esclarecer os fatos que deram repercussão sobre a tentativa de suicídio de uma policial militar dentro do quartel de Cascavel.

A policial de 32 anos e que já está há cerca de seis anos na Corporação estava detida nas dependências do 6º Batalhão por ser punida pela prática de transgressões disciplinares em dois procedimentos administrativos a ela imputados nos quais lhe foram assegurados os direitos constitucionais de ampla defesa e contraditório, sendo que a mesma utilizou-se inclusive das esferas recursais previstas, havendo análise e entendimento em todas as esferas quanto à configuração das transgressões.

O comando esclarece que a referida soldado estava detida e não presa, permanecendo em um alojamento feminino e podendo transitar pelo interior do Batalhão normalmente, não sendo permitido somente se ausentar do mesmo e receber visitas no alojamento, conforme normas internas da Unidade. Por este motivo o oficial coordenador do Policiamento da Unidade ao identificar a presença dos policiais de folga no alojamento pediu para que se retirassem do mesmo.

Sobre as alegações de que no período de detimento a policial ficou sem fazer refeições, é feita a previsão de alimentação e cabe ao militar detido deslocar para realizá-la, não tendo caráter obrigatório e podendo trazer comida de sua residência se assim preferir. As refeições são realizadas no refeitório do Batalhão durante o dia e o jantar na Central de Operações, local que ela sabia da rotina, inclusive da alimentação.

Após a soldado ser socorrida pelo SAMU no domingo (24), ela permaneceu internada e na manhã desta segunda-feira (25) compareceu na sede da Unidade apresentando um novo atestado de três dias por problemas emocionais referente ao caso. Somando-se esse período ao atestado por problemas psicológicos de que ela já havia apresentado em abril de 2018, no qual a militar passou por uma avaliação psicológica pela Junta Médica da PMPR, a qual informou que a mesma pode cumprir a jornada de serviço administrativa, porém não podendo utilizar o fardamento da Instituição.

O comandante do 6º BPM instaurou um procedimento administrativo para apurar os fatos e circunstâncias que envolvem o caso.

Para finalizar esta nota vale salientar que a soldado não se feriu, sendo socorrida em tempo por outros dois policiais.

 

Com Catve.com e agências 

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