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Paraná

Ampliação de usinas elevará em 33% a capacidade de geração da Copel

Investimento de R$ 5 bilhões em Segredo e Foz do Areia devem gerar cerca de 2 mil empregos


calendar_month 21 de junho de 2026
3 min de leitura

A Copel iniciou, na quinta-feira (18), as ampliações das usinas hidrelétricas de Segredo e Foz do Areia, no rio Iguaçu, em um investimento de cerca de R$ 5 bilhões. As obras marcam o maior ciclo de expansão da companhia em geração de energia nas últimas décadas. 

Viabilizados após a empresa vencer o Leilão de Reserva de Capacidade na Forma de Potência (LRCAP), do governo federal, os projetos vão ampliar a capacidade das duas maiores usinas da Copel. Além disso, vão reforçar a segurança do sistema elétrico e aumentar a oferta de energia em momentos de maior demanda.  

As obras também vão impulsionar a economia regional, com a geração de cerca de 2 mil empregos diretos no pico dos trabalhos, e movimentar o comércio e a cadeia de serviços nos municípios em torno das usinas. A previsão é de que as ampliações sejam concluídas até 2030. 

O governador do Paraná, Carlos Massa Ratinho Junior, destacou a importância do investimento para o desenvolvimento do Estado e o fortalecimento da infraestrutura energética. 

“Este é o maior investimento das últimas três décadas: R$ 5 bilhões para fortalecer a segurança energética, impulsionar o crescimento do Paraná e ampliar a produção de energia limpa e sustentável”, revelou. 

O presidente do Conselho de Administração da Copel, Marcel Martins Malczewski, afirmou que o projeto reforça a estratégia de crescimento da companhia e o papel da empresa na segurança energética do País. 

“Com essa conquista, a Copel reforça seu papel estratégico no sistema elétrico brasileiro. Ao ampliar a capacidade de geração de suas principais hidrelétricas, contribuímos para a estabilidade da rede, aumentamos nossa relevância no setor e entregamos energia limpa para apoiar a transição energética do país”, disse. 

Para o presidente da Copel, Daniel Slaviero, o avanço das obras é resultado da transformação da companhia, que deixou de ser uma empresa de economia mista para se tornar corporação, garantindo a renovação das concessões e viabilizando novos investimentos estruturantes em geração de energia. 

“O início dessas obras representa um marco na história da Copel e só foi possível graças à transformação da companhia em corporação. A renovação das concessões por mais 30 anos deu à empresa as condições necessárias para competir e vencer um leilão estratégico para o país. Com isso, vamos ampliar em 33% nossa capacidade de geração, reforçar a segurança energética do Brasil e valorizar toda a competência da engenharia paranaense”, afirmou. 

Com assessoria

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