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Paraná Cooperativismo

Schiavinato assume como representante do ramo agropecuário da Frencoop

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Foto: Divulgação

Schiavinato é de uma das regiões onde o cooperativismo é dos mais fortes do Brasil, o Oeste do Paraná. Em Toledo chegou a prefeito, cargo que ocupou por dois mandatos entre 2005 a 2012. Ali instituiu o ensino do cooperativismo nas escolas públicas municipais.

De 2015 a 2018, foi deputado estadual do Paraná. Na Assembleia Legislativa do Paraná, coordenou a grupo de trabalho que tratou do embargo da União Europeia ao frango brasileiro, é um dos autores da lei contra o fracking no estado, realizou audiências públicas sobre energias renováveis como o biogás e sobre a destinação final das carcaças dos animais mortos por causas naturais nas propriedades rurais, tema que acompanha até hoje junto ao Ministério da Agricultura.

Devido a esse histórico e à forte ligação com o agronegócio do Paraná, Schiavinato, agora em seu primeiro mandato como deputado federal (Progressistas), integra a Frente Parlamentar do Cooperatismo (Frecoop) como representante do ramo agropecuário e promete defender as demandas do setor no Congresso Nacional. “O cooperativismo deve servir de exemplo ao país, não apenas como um modelo de negócio, mas também como meta a ser atingida enquanto sociedade. Agropecuária e cooperativismo andam de mão dadas e são interdependentes, é nessas duas vias que passa todo o desenvolvimento do Brasil”, defende Schiavinato.

O coordenador da Frente Parlamentar, deputado Evair de Melo, do PP do Espírito Santo, defende a importância e a força das cooperativas no país.

“A frente parlamentar do cooperativismo traz a mais pura expressão da organização social capaz de trabalhar com capitalismo, produzir resultados financeiros e econômicos e fazer distribuição de renda. Em estados e municípios que têm o cooperativismo forte, com certeza tem mais oportunidades para todos do campo de trabalho, tem oportunidade de produção e diversidade e naturalmente uma melhor distribuição de renda”.

A Frente Parlamentar em Defesa do Cooperativismo aprovou no ano passado uma proposta (PLP 100/11), que autorizou prefeituras e câmaras de vereadores a terem contas em cooperativas de créditos. A lei ajuda a suprir a falta de agências bancárias em municípios muito pequenos.

Para essa legislatura, a Frente pretende focar seu trabalho nos segmentos de saúde, educação, transportes, produção, telecomunicações.

 

Cooperativismo: força econômica

O cooperativismo é um modelo de negócios em que os associados participam como proprietários das atividades econômicas em que trabalham. No Brasil, as cooperativas representam 10% da economia.

Na economia, o cooperativismo tem muita força. Segundo dados da OCB, a estimativa de faturamento para 2019 é de 420 bilhões de reais. São gerados mais de 350 mil empregos diretos nas cooperativas, e é um setor que já representa pelo menos 10% do PIB brasileiro.

 

Com assessoria

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