O Presente
Policial

Autor de homicídio no Guarani se apresenta à polícia

calendar_month 21 de maio de 2010
3 min de leitura

Acompanhado do advogado Rog eacute;rio Grenzel, o pintor Douglas Antonio Aleixo, o Pixaim, 19 anos, se apresentou ontem (21) agrave; Pol iacute;cia Civil de Marechal C acirc;ndido Rondon. Ele assumiu ser o autor da morte de C eacute;zar Diniz, 28 anos, e do atentado contra Samuel Ribeiro de Souza, 23 anos. Os crimes aconteceram na madrugada do uacute;ltimo dia 11 de abril, no Clube Guarani, onde acontecia um baile.
Ap oacute;s ser ouvido, o investigado, que at eacute; ent atilde;o n atilde;o tinha passagem pela pol iacute;cia, foi liberado e responde, no momento, o procedimento em liberdade.
Pixaim contou, em resumo, que estava no baile em companhia de sua esposa, de 21 anos, e outro casal. Em determinado momento sua esposa e a de seu colega foram ao banheiro, ocasi atilde;o em que as futuras v iacute;timas seguiram as mo ccedil;as. Antes de entrar no banheiro, C eacute;zar e Samuel teriam tentado agarrar as meninas, mas foram empurrados por elas. O pintor ent atilde;o teria dito para C eacute;zar e Samuel irem embora, pois as mo ccedil;as estavam acompanhadas. Por eacute;m, uma das futuras v iacute;timas teria dito ldquo;l aacute; fora vamos ver quem eacute; quem rdquo;, fazendo gesto de tiros.

L aacute; fora
Os casais ent atilde;o teriam sa iacute;do do sal atilde;o. Do lado de fora, Pixaim teria pegado um rev oacute;lver que tinha deixado escondido numa mata e colocado na cintura. Quando os casais passavam pela cancha de bocha do clube se depararam com C eacute;zar e Samuel, que os teriam abordado. Ap oacute;s poucas palavras, Samuel teria empurrado Pixaim e C eacute;zar colocado a m atilde;o na cintura, dando a impress atilde;o que iria sacar uma arma. Neste momento, Pixaim teria sacado seu rev oacute;lver e dado cinco tiros. Ap oacute;s, ele saiu do local correndo, jogou a arma no rio do Guarani e pegou carona para a cidade com um estranho. Ele ficou uma semana em Marechal Rondon e depois foi para Jaragu aacute; do Sul (SC). Ele disse que seu colega n atilde;o tem rela ccedil; atilde;o com o crime, mas que o casal de amigos testemunhou o crime.
O rev oacute;lver teria sido comprado por R$ 550, em Gua iacute;ra, de um paraguaio, cerca de dois meses antes dos crimes. Em Marechal Rondon, Pixaim estava residindo no Jardim Primavera.
Conforme a pol iacute;cia, Pixaim havia sido identificado como autor do crime logo ap oacute;s a ocorr ecirc;ncia, por eacute;m, n atilde;o estava sendo encontrado.
Com a elucida ccedil; atilde;o deste crime, seis dos nove homic iacute;dios registrados esse ano em Marechal Rondon foram esclarecidos.

Vers atilde;o do sobrevivente
C eacute;zar foi baleado no bra ccedil;o, cabe ccedil;a e abd ocirc;men. Ele foi encaminhado para atendimento, mas n atilde;o resistiu aos ferimentos. Antes de ser baleado, C eacute;zar teria dito a Samuel que mexeu com uma mulher, a qual ele n atilde;o sabia que era casada. O marido da mulher teria dito que o ldquo;bagulho ia ficar louco rdquo; para C eacute;zar.
A futura v iacute;tima saiu do sal atilde;o e quando estava na cancha de bocha, com Samuel, foi abordado por quatro elementos, um deles moreno claro, alto, que estava de bon eacute; preto, blusa marrom e bermuda jeans. O elemento, de posse de uma arma, disse a C eacute;zar: ldquo;voc ecirc; pilantrou rdquo;, e na sequ ecirc;ncia atirou. Samuel foi baleado no ombro esquerdo. O proj eacute;til transfixou.

 
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