Policiais civis do Grupo de Diligências Especiais (GDE) da 6ª Subdivisão Policial de Foz do Iguaçu lograram êxito, na tarde de terça-feira (14), em desvendar um homicídio seguido de ocultação de cadáver.
Conforme informações, o marido teria matado sua esposa, guardado o corpo na residência por quatro dias e depois jogado o mesmo atrás de uma olaria desativada.
Segundo o delegado Geraldo Evangelista, a equipe policial estava na apuração de um boletim de ocorrência de desaparecimento de pessoa registrado na Delegacia de Polícia Civil. Suspeitando do que foi relatado, a equipe iniciou uma investigação para elucidar o desaparecimento, sendo que no boletim o homem de 37 anos de idade teria dito que sua esposa de 27 havia se evadido da cidade de Foz do Iguaçu, tomando paradeiro ignorado.
De imediato o delegado solicitou a presença do marido à delegacia para o interrogatório, onde ele revelou uma briga com sua esposa alguns dias atrás. O casal possui três filhos, sendo um bebê de um ano, uma criança de sete e uma adolescente de 16 anos. Tais informações levantaram a hipótese de que era difícil a mulher fugir de casa.
A partir de então foram intensificadas as diligências, até que o marido confessou a autoria do crime. Ele disse que teria esganado sua mulher durante a briga da última quarta-feira (08), ocultando o corpo por quatro dias na residência e transportado em seu veículo até os fundos da olaria desativada. O corpo da mulher estava sob uma chapa de zinco. A ocultação teria ocorrido no sábado (11). O corpo da vítima, que trabalhava em uma companhia aérea, estava em estado de putrefação.
O marido que se encontra preso pelo crime de homicídio e ocultação de cadáver alegou que a motivação da briga que culminou com a morte da esposa seria um possível relacionamento extraconjugal da mesma via rede social.
Com informações da Tribuna Popular