Chegaram a Curitiba na tarde de ontem (27) os dois novos presos da Operação Lava Jato. Dario Queiroz Galvão Filho, presidente da Galvão Participações, e Guilherme Esteves de Jesus, apontado pela Polícia Federal como operador do esquema de corrupção, foram presos no início da manhã. Eles ficarão presos, a princípio, na Superintendência da PF na capital paranaense.
Dario Queiroz Galvão Filho é réu em processo derivado da Lava Jato, que investiga crimes como corrupção, formação de organização criminosa e lavagem de dinheiro, conforme o Ministério Público Federal. A prisão preventiva, ao contrário da temporária, pode se estender por prazo indeterminado durante um processo.
Conforme a assessoria de imprensa do Grupo Galvão, a Galvão Participações é a controladora do grupo que conta com a Galvão Engenharia, uma das empreiteiras investigadas pela Lava Jato no esquema de corrupção da Petrobras. A empresa é suspeita de integrar o chamado “clube” de empreiteiras que fraudavam licitações da estatal, segundo o Ministério Público Federal (MPF).
A PF de São Paulo informou que Dario foi preso às 6h e levado a Curitiba de carro. O local onde ele foi detido não foi divulgado. Documentos apreendidos com ele também foram levados a Curitiba.
A prisão preventiva, ao contrário da temporária, pode se estender por prazo indeterminado durante um processo. Dez policiais federais participam da ação, que começou às 6h. Os presos serão trazidos para a custódia da Superintendência da Polícia Federal em Curitiba onde permanecerão à disposição da Justiça Federal.