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Policial

Paraná terá nova unidade para investigar casos de homicídios

calendar_month 21 de agosto de 2013
2 min de leitura

O delegado-geral da Polícia Civil do Paraná, Riad Braga Farhat, anunciou em entrevista coletiva ontem (20) a criação da Divisão de Homicídios e de Proteção à Pessoa. A nova unidade deve ser autorizada em breve pelo governador Beto Richa e vai funcionar em Curitiba, prestando apoio a investigações em outras cidades.

“Será uma readequação da estrutura da Delegacia de Homicídios, para que possamos trabalhar de maneira mais adequada. Em um primeiro momento, funcionará em Curitiba, podendo abranger casos de outras regiões do Estado”, explica ele. Farhat disse que detalhes da divisão serão divulgados nas próximas semanas.

Farhat afirmou que espera empenho no trabalho de todos os policiais para contribuir com a melhora em todos os índices de criminalidade. “Nossa meta é passar mais segurança para a sociedade paranaense, fazendo nosso trabalho de investigação bem feito e tirando de circulação o maior número possível de marginais”, disse ele.

Ele também citou as alterações de função que promoveu em diversas divisões, subdivisões e delegacias do Paraná. “As mudanças fazem parte das medidas de ordem prática e técnica que estamos promovendo, com pessoas que acredito que podem fazer um bom trabalho”, afirmou.

Veículos

O delegado-geral determinou rigor na fiscalização para coibir o comércio ilegal de autopeças, para reduzir os furtos e roubos de automóveis. Ele confirmou o afastamento temporário de três delegados e de 16 investigadores denunciados por suspeita de corrupção na Delegacia de Furtos e Roubos de Veículos, em Curitiba. O quarto delegado envolvido já havia sido afastado anteriormente, para não pairar dúvidas sobre as investigações.

Todos os profissionais afastados vão ocupar funções administrativas na corporação, conforme explicou Farhat em entrevista coletiva concedida no final da manhã desta terça-feira. A decisão será referendada em reunião do Conselho da Polícia Civil, ainda nesta terça.

“É um momento de tristeza, mas é uma minoria que não reflete o trabalho sério de toda a instituição. Estamos passando por um processo de reformulação e o que a Polícia Civil tem que fazer é trabalhar, com muita seriedade e técnica”, disse o delegado-geral.

 
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